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Data de lançamento
20 Julho 2012Duração
Dante (Felipe Kannenberg) está internado em um hospital psiquiátrico com diagnóstico de esquizofrenia. Ele não fala com ninguém, nem recebe visitas. A dra. Paula (Branca Messina), jovem psiquiatra, interessa-se por Dante ao vê-lo surtar no pátio do hospital. Disposta a desvendar as relações sociais do seu paciente, a médica faz uma série de entrevistas com pessoas que conviviam com ele antes do internamento.
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Assunto interessante,porém,muito mal executado.Existe momentos que poderia render grandes momentos no drama,mas temos atuações medianas e uma direção fraquíssima.
>Assistido em 26 de Fevereiro de 2025
Bom drama nacional,sobre uma questão séria e relevante.
ATENÇÃO você que assistiu ao filme, veja a análise abaixo:
Muita gente aqui acha que a questão da viagem foi inventada pela cabeça do Dante. Só que tem o seguinte: num depoimento dado diretamente pela Rene, ela mesmo cita que o plano era que eles viajassem a Los Angeles para registrar os fósseis, mas ele não pode ir devido ao que acontecera no museu, então ela foi sozinha e registrou o achado sozinha. Logo não tem como essa parte ter sido inventada pela "loucura" do Dante. Havia planos para viagem no exterior, e para viajar qualquer pessoa precisa de um passaporte.
Então de duas uma: ou esse é um furo de roteiro imenso, ou a Rene se aproveitou dos problemas psicológicos dele, porque depois talvez tenha se arrependido da proposta, já que era ambiciosa e queria os créditos apenas para si, e a forma encontrada foi se livrar do Dante, ou seja fazer com que ele não se envolvesse com a publicidade da descoberta. E alguém tão manipuladora transaria tranquilamente com outro cientista para atingir os seus objetivos.
Talvez daí possa ser possível entender a culpa no rosto que ela carrega. Dante não fantasiou a relação com a Rene, ela se aproveitou dele, portanto o gatilho do surto. Se isso tecnicamente pode ser explicado pela Psiquiatria como ciência, não sei, analiso a lógica do que me apresentado no filme, apenas.
Até que o filme estava interessante com essa história da bela psiquiatra que estuda (e investiga) um louco num hospício. Só que o bom ponto de partida não garante que o resultado do filme será satisfatório, precisa ter uma boa continuidade, a trama tem que ser coerente e o elenco precisa passar credibilidade. O elenco eu gostei, as três mulheres são bonitas e talentosas (que inveja desse ator), e o louco também estava bem representado. Mas a trama que estava interessante foi se aproximando do final e perdeu o fôlego com algumas resoluções insatisfatórias, uma pena. Se não exigir muito, até que dá pra curtir esse bom exemplar do cinema gaúcho.
Drama muito exibido no Prime Box Brasil, onde eu o conheci e foi uma boa surpresa, ainda mais tratando de assuntos pouco mostrados no cinema nacional, como arqueologia e psicanálise. A narrativa é interessante, mostrando passado e presente, e as peças vão sendo encaixadas conforme a história vai progredindo.
Felipe Kannenberg tem atuação muito boa como Dante, personagem principal vivendo num estado doentio e marcado
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por duas grandes perdas em sua infância: a morte da mãe e o afastamento de sua sua melhor amiga, Berenice.
Aquelas cenas finais são marcantes.
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