Arnold Boult (Spencer Tracy) é um milionário que recorda de tudo o que passou e de todos que prejudicou, incluindo sua esposa e filho, que nunca receberam sua atenção. Indicado ao Oscar de Melhor Atriz, para Deborah Kerr.
Bom Dia! Revi esse filme, e ele continua Funcionando. Porém não chega ser um Grande Clássico. O Elenco É a Jóia do filme. O Spencer Tracy, sem dúvidas foi um Dos Atores mais Importantes e Excelente que o Cinema teve o prazer de ter, o Personagem dele aqui, é ""Horroroso"" Porém mesmo assim,.não senti tanta raiva O Filme, quase Que Romantiza o personagem dele, mas ok. Acredito que seria Interessante, o personagem do "filho ser Mostrado" porém o filme veio de uma peça se eu não errei etc. No Geral O Filme não é altura do elenco, porém Chega ser Interessante em alguns Pontos. E Deborah Kerr, com sua primeira Nomeação ao Oscar. Que Atriz, que Atriz. Ela consegue Roubar o Filme para ela, o Personagem dela na minha visão é muito melhor e mais interessante que o do Tracy, falo isso porém Amo o Tracy. A Deborah Kerr está Maravilhosa, Inesquecível.. 🌹🌹🌹🌟 Enfim é isso. O filme vale pelo o elenco que tem, mas não Vai muito além do que devia ser.
Co-produção anglo-estadunidense da MGM em preto e branco que foi indicada ao Oscar de melhor atriz, Deborah Kerr (1921-2007); no Globo de Ouro, foi nomeado a melhor atriz, Deborah Kerr. O roteiro de Donald Ogden Stewart (1894-1980) foi baseado na peça de 1947 com o mesmo título, de Noel Langley (1911-1980) e Robert Morley (1908-1992). O filme não foi muito bem nas bilheterias e a Metro Goldwyn Mayer teve prejuízos com esta produção.
O sul-africano Ian Hunter (1900-1975) repetiu seu papel no palco da produção da Broadway, embora o sobrenome de seu personagem tenha sido alterado. Assim como Leueen MacGrath (1914-1992) também repetiu seu papel no palco da produção da Broadway, embora o sobrenome de sua personagem tenha sido alterado. O personagem titular de Edward é invisível tanto no palco quanto nas versões cinematográficas, sua presença considerada desnecessária pelos autores, já que a influência cruel e corruptora do pai define os comportamentos cada vez mais anti-sociais do menino. Como tal, as falhas de caráter invisíveis, mas muito discutidas, de Edward são o elemento central do conto.
Este melodrama subestimado chia silenciosamente sob a pressão de um medo constante e frenético. Esta estória é um exame peculiar, mas poderoso, do egoísmo e da obsessão. Enquanto o filme às vezes trai suas origens no palco, e embora possa parecer estruturalmente um pouco apropriado para o público moderno, ainda assim é uma experiência atraente que possui um impacto emocional considerável. A direção de George Cukor (1899-1983) geralmente é correta, embora o dispositivo de Tracy endereçando diretamente a câmera nem sempre seja acionado. Embora tenha suas falhas, no geral o filme é emocionante, memorável e comovente. Spencer Tracy (1900-1967) está bem em seu personagem (as vezes um pouco confuso com seus problemas), mas como sua esposa, Deborah Kerr tem um desempenho impressionante e arrasador. Sua progressão de esposa amorosa para alcoólatra miserável e amargurada é angustiante, dolorosa e totalmente verossímil.
Só uma coisa a comentar: DEBORAH KERR!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Que interpretação!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! A cada filme que assisto com essa mulher fico mais e mais impressionada com o talento dela!!!!!!
Filme muito interessante! o primeiro grande destaque é q o filho em questão do título nunca aparece apesar de ser o objetivo central e está presente durante toda a trama, muito boa sacada do roteiro. claro q Spencer Tracy está divino, como usual, mas Deborah Kerr rouba a cena, está luminosa! dos 17 filmes q vi com ela, até o momento, considero este seu melhor trabalho! vai de uma jovem mãe amorosa a uma senhora alcoólotra brilhantemente! muito merecido a indicação ao Oscar. uma obra esquecida do sempre ótimo George Cukor, infelizmente.
Bom Dia!
Revi esse filme, e ele continua Funcionando.
Porém não chega ser um Grande Clássico.
O Elenco É a Jóia do filme.
O Spencer Tracy, sem dúvidas foi um Dos Atores mais Importantes e Excelente que o Cinema teve o prazer de ter, o Personagem dele aqui, é ""Horroroso""
Porém mesmo assim,.não senti tanta raiva
O Filme, quase Que Romantiza o personagem dele, mas ok.
Acredito que seria Interessante, o personagem do "filho ser Mostrado" porém o filme veio de uma peça se eu não errei etc.
No Geral O Filme não é altura do elenco, porém Chega ser Interessante em alguns Pontos.
E Deborah Kerr, com sua primeira Nomeação ao Oscar.
Que Atriz, que Atriz. Ela consegue Roubar o Filme para ela, o Personagem dela na minha visão é muito melhor e mais interessante que o do Tracy, falo isso porém Amo o Tracy.
A Deborah Kerr está Maravilhosa, Inesquecível.. 🌹🌹🌹🌟
Enfim é isso.
O filme vale pelo o elenco que tem, mas não Vai muito além do que devia ser.
Um bom drama com duas grandes estrelas da época. A história é bem interessante.
Co-produção anglo-estadunidense da MGM em preto e branco que foi indicada ao Oscar de melhor atriz, Deborah Kerr (1921-2007); no Globo de Ouro, foi nomeado a melhor atriz, Deborah Kerr. O roteiro de Donald Ogden Stewart (1894-1980) foi baseado na peça de 1947 com o mesmo título, de Noel Langley (1911-1980) e Robert Morley (1908-1992). O filme não foi muito bem nas bilheterias e a Metro Goldwyn Mayer teve prejuízos com esta produção.
O sul-africano Ian Hunter (1900-1975) repetiu seu papel no palco da produção da Broadway, embora o sobrenome de seu personagem tenha sido alterado. Assim como Leueen MacGrath (1914-1992) também repetiu seu papel no palco da produção da Broadway, embora o sobrenome de sua personagem tenha sido alterado. O personagem titular de Edward é invisível tanto no palco quanto nas versões cinematográficas, sua presença considerada desnecessária pelos autores, já que a influência cruel e corruptora do pai define os comportamentos cada vez mais anti-sociais do menino. Como tal, as falhas de caráter invisíveis, mas muito discutidas, de Edward são o elemento central do conto.
Este melodrama subestimado chia silenciosamente sob a pressão de um medo constante e frenético. Esta estória é um exame peculiar, mas poderoso, do egoísmo e da obsessão. Enquanto o filme às vezes trai suas origens no palco, e embora possa parecer estruturalmente um pouco apropriado para o público moderno, ainda assim é uma experiência atraente que possui um impacto emocional considerável. A direção de George Cukor (1899-1983) geralmente é correta, embora o dispositivo de Tracy endereçando diretamente a câmera nem sempre seja acionado. Embora tenha suas falhas, no geral o filme é emocionante, memorável e comovente. Spencer Tracy (1900-1967) está bem em seu personagem (as vezes um pouco confuso com seus problemas), mas como sua esposa, Deborah Kerr tem um desempenho impressionante e arrasador. Sua progressão de esposa amorosa para alcoólatra miserável e amargurada é angustiante, dolorosa e totalmente verossímil.
Só uma coisa a comentar: DEBORAH KERR!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Que interpretação!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
A cada filme que assisto com essa mulher fico mais e mais impressionada com o talento dela!!!!!!
Filme muito interessante! o primeiro grande destaque é q o filho em questão do título nunca aparece apesar de ser o objetivo central e está presente durante toda a trama, muito boa sacada do roteiro. claro q Spencer Tracy está divino, como usual, mas Deborah Kerr rouba a cena, está luminosa! dos 17 filmes q vi com ela, até o momento, considero este seu melhor trabalho! vai de uma jovem mãe amorosa a uma senhora alcoólotra brilhantemente! muito merecido a indicação ao Oscar. uma obra esquecida do sempre ótimo George Cukor, infelizmente.