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Sinopse
Uma bodega no interior do Brasil, cinco personagens, uma pepita de ouro e um jogo de cartas. Nesse bang-bang brasileiro uma crítica à cobiça que faz homens matarem e morrerem, enquanto o dinheiro permanece.
Tem seu valor, mas não acho aquilo tudo não, a trilha sonora é boa e a caracterização também. O desempenho dos atores mostra que, a meu ver, são amadores. O peão aparece pra instaurar a discórdia, pois some sem maiores explicações (seria uma alusão ao demo?). De qualquer maneira é uma homenagem nacional aos filmes de faroeste.
Não tenho o que dizer contra essa fiel reprodução ao westerns clássicos (Sergio Leone ficaria muito orgulhoso). A direção de Monteiro é maravilhosa, assim como a fotografia, a direção de arte e a trilha sonora. O enredo é bem simples, mas o faroeste não é basicamente isso, homens marginais que se matam por dinheiro? O impasse mexicano, a entrada do forasteiro e a cena com a pedra de ouro sob a luz são particularmente marcantes. Se eu fizesse um longa de faroeste no Brasil, já saberia qual equipe eu contrataria.
Quando o cinema nacional se arrisca em gêneros diferentes, quase sempre recebe muitas críticas negativas, mas acho super louvável tentar e inovar. Os filmes podem parecer falsos, meio forçados e até engraçados, mas acho incrível e bato palmas para quem vai em frente e faz! "Meu Nome é Dinheiro" é um ótimo exemplo desse tipo de produção experimental. O curta é uma delícia de ver. Com a direção de Gabriel Monteiro, o filme tem uma trilha sonora bem escolhida, boa ambientação, figurino e maquiagem condizentes e qualidade técnica na fotografia. Até as falhas nas atuações funcionaram como algo positivo. O roteiro é simples, mas bem legal e com mensagem forte. Adorei!
Fotografia e direção incríveis. Nível profissional gritante, nota-se bem a influência dos grandes diretores de filmes Western. O roteiro se completa do início ao fim.
Tem seu valor, mas não acho aquilo tudo não, a trilha sonora é boa e a caracterização também. O desempenho dos atores mostra que, a meu ver, são amadores. O peão aparece pra instaurar a discórdia, pois some sem maiores explicações (seria uma alusão ao demo?).
De qualquer maneira é uma homenagem nacional aos filmes de faroeste.
Não tenho o que dizer contra essa fiel reprodução ao westerns clássicos (Sergio Leone ficaria muito orgulhoso). A direção de Monteiro é maravilhosa, assim como a fotografia, a direção de arte e a trilha sonora. O enredo é bem simples, mas o faroeste não é basicamente isso, homens marginais que se matam por dinheiro? O impasse mexicano, a entrada do forasteiro e a cena com a pedra de ouro sob a luz são particularmente marcantes. Se eu fizesse um longa de faroeste no Brasil, já saberia qual equipe eu contrataria.
Quando o cinema nacional se arrisca em gêneros diferentes, quase sempre recebe muitas críticas negativas, mas acho super louvável tentar e inovar. Os filmes podem parecer falsos, meio forçados e até engraçados, mas acho incrível e bato palmas para quem vai em frente e faz!
"Meu Nome é Dinheiro" é um ótimo exemplo desse tipo de produção experimental. O curta é uma delícia de ver. Com a direção de Gabriel Monteiro, o filme tem uma trilha sonora bem escolhida, boa ambientação, figurino e maquiagem condizentes e qualidade técnica na fotografia. Até as falhas nas atuações funcionaram como algo positivo.
O roteiro é simples, mas bem legal e com mensagem forte.
Adorei!
Fotografia e direção incríveis. Nível profissional gritante, nota-se bem a influência dos grandes diretores de filmes Western. O roteiro se completa do início ao fim.