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Data de lançamento
2 Nov. 2012Duração
David Kato, primeiro gay assumido de Uganda, iniciou uma luta pelos direitos da comunidade LGBT do seu país. Sua causa foi dificultada quando foi promulgada uma lei que propõe pena de morte para homossexuais soropositivos e prisão para aqueles que acobertem gays. Kato é um dos poucos que se opõem publicamente a esta opressão, nos tribunais, na TV e na ONU. Um ano depois do início das filmagens do documentário, Kato é assassinado em casa. O filme é um tributo ao seu legado e à continuidade da luta pelos direitos dos gays no mundo todo.
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Esse retrato da sociedade anacrônica ugandense, contaminada pelo pensamento doentio e odioso do fundamentalismo religioso e na qual a homossexualidade é vista não apenas como uma aberração mas como um crime, é poderoso e contém personagens simpáticos que nos levam através de uma história de lutas por um único direito: o de ser feliz com a orientação sexual que a vida lhes deu.
não há limites para o dano que o fundamentalismo religioso e político podem fazer com o ser humano.
"Os grandes avanços na conquista dos direitos civis dos homossexuais observados em muitos países ocidentais encontram em contrapartida casos isolados de forte repressão a tal orientação sexual em outros, que terminam eventualmente ganhando as páginas dos noticiários mundiais graças à velocidade da informação no século XXI. Em especial temos o lamentável caso da Uganda, onde a homossexualidade é considerada crime com previsão de pena de morte, por enforcamento para soropositivos, e prisão para aqueles que não denunciarem casos conhecidos em até 24 horas (incluindo pais denunciarem os filhos e médicos, seus pacientes). A tensão que leis absurdas como estas geraram no cenário internacional chegaram a beirar uma imensa crise diplomática, com intromissão da Grã-Bretanha e dos Estados Unidos, quando David Kato, primeiro homossexual assumido do país e líder da ONG "Minorias Sexuais Da Uganda" foi assassinado a marteladas dentro de sua casa, após ser denunciado por um jornal local chamado Rolling Stone, e iniciar um processo judicial contra repórteres e autoridades locais. "
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