Depois de terminar com o namorado, Hanna, retorna a Alingsås para um trabalho temporário no noticiário local. Quando seu amado pai revela que ele realmente quer ser Marianne, o mundo de Hanna vira de cabeça para baixo. Mas para o seu pai não há retorno, ele deve finalmente ser quem ele é. Será uma jornada assustadora para Hanna, que não conhecia a si mesma nem a seu pai tão bem quanto ela pensava.
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Bom e leve.
"Meu Pai Marianne" é um daqueles feel good movies. Filmes fofinhos e familiares com finais felizes que te fazem sentir bem. O legal é que aqui trouxeram a questão da transfobia de maneira muito sensível. Um padre sessentão referência na comunidade que se assume como Marianne e passa a usar roupas femininas.
Me identifique bastante também com a Hanna, a protagonista sem emprego, sem amigos, sem sorte no amor e incerta sobre os rumos da vida.
Uma pena que ninguém aqui no Filmow tenha comentado ainda. É um filme divertido que merece ser mais conhecido.
(Filme assistido no Festival Internacional de Cinema LGBTI)