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Data de lançamento
6 Set. 2019Duração
Um grupo de mulheres casadas com oficiais militares decide se unir para formar um coral. À medida que a inesperada amizade entre elas se desenvolve, a música e o riso transformam suas vidas, enquanto elas ajudam uma a outra a superar o medo pelos entes queridos em combate.
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Tava com a expectativa baixa,achando que seria mais um filme onde mostrariam de como a vida das esposas dos militares é dificil e que ficariam exaltando o exército (como os filmes estadunidenses fazem).
Mas,foi totalmente diferente.
O filme mostra,de um jeito leve, como essas mulheres fazem pra tentar ter uma vida tranquila,sem enlouquecer,mesmo sabendo que alguma coisa pode dar errado com seus maridos.
Mesmo elas tendo disavenças,elas sabem que o mais importante é sempre o acolhimento e como elas sempre podem contar com a comunidade que criaram.
Gostei muito da seleção das músicas. Cantei quase todas junto com elas.
E no final,chorei a apresentação!!
“A Esposa dos Heróis” é baseado em fatos reais foi um movimento iniciado por duas mulheres, esposas de militares que foram para o Afeganistão, ganhou popularidade em 2020, havia 75 corais desse tipo operando no Reino Unido, o filme é delicado e angelical, até mesmo na rixa entre as duas mulheres, é singelamente retratado, exceto pela troca de farpas final, forte e necessário para dar dramaticidade a trama, muito musical e liricamente linda…
Não a toa, eu assisti este filme na Sessão da Tarde.
Baseado em fatos reais, o filme mostra o dia-a-dia das esposas de militares britânicos, suas agruras e dificuldades com a ausência de seus maridos por longos períodos.
O filme vale pela apresentação no Royal Albert Hall e é claro pela Kristin Scott Thomas, que eu não via desde O Encantador de Cavalos.
Em uma base de uma pequena cidade do Reino Unido, esposas de militares britânicos têm que lidar com a ansiedade quando os maridos são enviados ao Afeganistão para mais uma missão. Como precisam se entreter de alguma forma, organizam grupos de tricô e de leitura; até que uma delas tem a ideia de montar um coral.
Isso abre espaço para que Unidas Pela Esperança insira diversas músicas goela abaixo do público, fórmula já utilizada por filmes populares como Trolls, Pitch Perfect e Sing. Ok, escutar uma versão revisitada de um clássico ou de um synth pop é legal. O problema é que, em um filme, elas precisam ser não só bem executadas, como bem inseridas na história para que o impacto seja justificado. Não é o que ocorre aqui....
Crítica completa no Canal Claquete.