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Sinopse
Com o agravamento da tuberculose da mãe, menino é separado do irmão e enviado para aldeia do norte da Suécia. Banhado em um clima poético, é um dos melhores filmes sobre crianças que o cinema já fez.
Eu vi esse filme três vezes na vida: quando era criança, em 2010 e agora em fevereiro de 2026. A minha maior lembrança dele é de quando eu era criança. Meus pais locaram a fita em VHS e assistimos juntos (eu, meus pais e meus irmãos). A memória mais marcante é a minha mãe rindo da cena em que ele fica com o pintinho preso na garrafa. Soube que hoje em dia, as pessoas lamentam os rumos que a Saga (amiguinha do Ingmar) tomou porque acham que ela tinha que seguir como tomboy até o final do filme. Acho essas invenções muito chatas. Mas como um professor me falou: as pessoas querem sempre ser representadas, é uma apropriação cultural para que lacunas sejam preenchidas.
Assisti pela 4a vez. A cada vez descubro uma camada de beleza. Comecei adolescente, em cinema de rua, bons tempos que não voltam mais. A história tem nuances de comédia, mas muito sensível ao relatar o sofrimento de uma criança, seu desajuste no mundo, o quanto ela era atrapalhada dentro do abandono em que vivia, enquanto seu mundo ia se desfazendo sem que ela tivesse o necessário para defender seus afetos, o menino tentando salvar a mãe doente. Depois o isolamento junto de um tio distante, para 'descansar' a mãe e a surpresa de encontrar carinho e atenção numa comunidade pequena. Tudo isso e mais, enfim, é uma joia esse filme. Das minhas poucas 5 estrelas e pra sempre um favorito.
As dores da vida pelo olhar de criança.
Deve ter sido legal ser uma criança no interior da Suécia no fim dos 50.
Eu vi esse filme três vezes na vida: quando era criança, em 2010 e agora em fevereiro de 2026.
A minha maior lembrança dele é de quando eu era criança. Meus pais locaram a fita em VHS e assistimos juntos (eu, meus pais e meus irmãos). A memória mais marcante é a minha mãe rindo da cena em que ele fica com o pintinho preso na garrafa.
Soube que hoje em dia, as pessoas lamentam os rumos que a Saga (amiguinha do Ingmar) tomou porque acham que ela tinha que seguir como tomboy até o final do filme. Acho essas invenções muito chatas. Mas como um professor me falou: as pessoas querem sempre ser representadas, é uma apropriação cultural para que lacunas sejam preenchidas.
Um dos maiores e mais comoventes filmes sobre crianças e as perturbações da infância. Grande elenco!!
Assisti pela 4a vez. A cada vez descubro uma camada de beleza. Comecei adolescente, em cinema de rua, bons tempos que não voltam mais. A história tem nuances de comédia, mas muito sensível ao relatar o sofrimento de uma criança, seu desajuste no mundo, o quanto ela era atrapalhada dentro do abandono em que vivia, enquanto seu mundo ia se desfazendo sem que ela tivesse o necessário para defender seus afetos, o menino tentando salvar a mãe doente. Depois o isolamento junto de um tio distante, para 'descansar' a mãe e a surpresa de encontrar carinho e atenção numa comunidade pequena. Tudo isso e mais, enfim, é uma joia esse filme. Das minhas poucas 5 estrelas e pra sempre um favorito.