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My Life in Pink - Estados Unidos da América
Sinopse
Conta a história de Ludovic, uma criança que é vista pela família e comunidade como um menino, mas de forma consistente comunica ser uma menina. O filme retrata a família de Ludovic lutando para aceitar essa expressão de gênero transgressiva.
Talvez para a época fosse mais fresco ou original, mas com a invasão da temática por quase tudo que se assiste dificilmente alguém que não simpatizar com o moleque, ou sabe-se lá deus como devo chamá-lo , vai conseguir embarcar de cabeça neste filme. Aquele velho papo da pressão da sociedade e da família ao qual desconfio que já nem passa perto do que foi retratado aqui.
Fui ver esse filme em uma mostra gratuita de filmes na minha cidade, fui sem expectativas e saí de lá muito tocado com o filme. Sinceramente não entendo muito os comentários de "filme fofo", não me parece fofo, parece um filme pesado, fiquei agoniado, angustiado pela criança, pensei "a qualquer hora essa criança vai se matar". Senti raiva dos pais, principalmente, e no fim não queria mais nem que Ludovic os perdoasse, mas ela (Ludovic) perdoou e isso me deixou mais emocionado, mas entendo que esse "perdão" vai ser uma cobrança eterna em ser perfeito para não decepcionar os outros. Enfim, gostei muito do filme que jamais teria visto se não fosse essa mostra que decidi participar em cima da hora. Vale muito a pena ver.
Pro desespero da família tradicional brasileira e dos que se ofendem com o tema (identidade de gênero), o filme trata a transexualidade da forma mais natural possível, exatamente como tem que ser.
E Georges Du Fresne entrega uma das maiores performances do cinema. Em pé de igualdade à performance de Hillary Swank em Meninos não Choram.
Talvez para a época fosse mais fresco ou original, mas com a invasão da temática por quase tudo que se assiste dificilmente alguém que não simpatizar com o moleque, ou sabe-se lá deus como devo chamá-lo , vai conseguir embarcar de cabeça neste filme. Aquele velho papo da pressão da sociedade e da família ao qual desconfio que já nem passa perto do que foi retratado aqui.
12.10.2001
A Ludo é uma fofa! O filme é incrível, pois é muito bonito de ver como ela faz todos repensar sexualidade de uma forma tão inocente e ingênua.
Fui ver esse filme em uma mostra gratuita de filmes na minha cidade, fui sem expectativas e saí de lá muito tocado com o filme. Sinceramente não entendo muito os comentários de "filme fofo", não me parece fofo, parece um filme pesado, fiquei agoniado, angustiado pela criança, pensei "a qualquer hora essa criança vai se matar". Senti raiva dos pais, principalmente, e no fim não queria mais nem que Ludovic os perdoasse, mas ela (Ludovic) perdoou e isso me deixou mais emocionado, mas entendo que esse "perdão" vai ser uma cobrança eterna em ser perfeito para não decepcionar os outros. Enfim, gostei muito do filme que jamais teria visto se não fosse essa mostra que decidi participar em cima da hora. Vale muito a pena ver.
Pro desespero da família tradicional brasileira e dos que se ofendem com o tema (identidade de gênero), o filme trata a transexualidade da forma mais natural possível, exatamente como tem que ser.
E Georges Du Fresne entrega uma das maiores performances do cinema. Em pé de igualdade à performance de Hillary Swank em Meninos não Choram.