O longa acompanha Hind Husseini, de 1948 a 1994. Ela iniciou o trabalho em um orfanato em Jerusalém em 1948, ano em que a Palestina foi dividida e o estado de Israel criado.
Tem um assunto super necessário,uma pena ter sido uma produção menor que o esperado.O elenco traz alguns nomes conhecidos,mas acaba deixando de lado grandes apresentações.
>Maratona Willem Dafoe - Assistido em 28 de Agosto de 2024
O filme tem como pontos positivos, primeiro, o fato de ser um documento que contextualiza o conflito histórico desde o período da criação do Estado de Israel. Em segundo lugar, é interessantíssimo como a narrativa se constrói a partir da costura da história de mulheres. São esses os dois pontos altos do filme.
Por outro lado, existem momentos em que há uma compreensão "ocidentalóide" do conflito e dos dramas pessoais dos personagens, com diálogos e reflexões extremamente óbvias e reproduzidas aos montes em quaisquer obras cinematográficas que versem sobre a questão palestina e seu conflito com o sionismo israelense.
Uma história profunda, complexa e que perpassa toda uma história pautada por um conflito entre palestinos e israelenses. Mesmo sendo um filme de visão unilateral - focando na ótica palestina -, o filme consegue explorar bem a postura fascista de Israel e a radicalização de alguns palestinos como resposta. E, além desse pano de fundo sociopolítico, temos a história de Miral, uma agente ativa desse contexto, que não se satisfaz em ser uma mera espectadora.
Tem um assunto super necessário,uma pena ter sido uma produção menor que o esperado.O elenco traz alguns nomes conhecidos,mas acaba deixando de lado grandes apresentações.
>Maratona Willem Dafoe - Assistido em 28 de Agosto de 2024
O filme tem como pontos positivos, primeiro, o fato de ser um documento que contextualiza o conflito histórico desde o período da criação do Estado de Israel. Em segundo lugar, é interessantíssimo como a narrativa se constrói a partir da costura da história de mulheres. São esses os dois pontos altos do filme.
Por outro lado, existem momentos em que há uma compreensão "ocidentalóide" do conflito e dos dramas pessoais dos personagens, com diálogos e reflexões extremamente óbvias e reproduzidas aos montes em quaisquer obras cinematográficas que versem sobre a questão palestina e seu conflito com o sionismo israelense.
Uma história profunda, complexa e que perpassa toda uma história pautada por um conflito entre palestinos e israelenses. Mesmo sendo um filme de visão unilateral - focando na ótica palestina -, o filme consegue explorar bem a postura fascista de Israel e a radicalização de alguns palestinos como resposta. E, além desse pano de fundo sociopolítico, temos a história de Miral, uma agente ativa desse contexto, que não se satisfaz em ser uma mera espectadora.
Interessante por ser baseado em fatos reais.
Mais um filme sessão da tarde, nada demais, história comum.
Sei lá... sem graça.