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O filme Miramar narra a trajetória da formação de um cineasta: Miramar. Na primeira parte do filme, a influência da família se faz sentir através de um convívio prazeroso e ambiente privilegiado.
Na segunda parte, Miramar empenha-se em aprimorar sua formação cultural; nesse percurso, aproxima-se sucessivamente de uma bela professora de literatura, de uma produtora devoradora de cineastas e de uma atriz famosa e envolvente.
Todas essas experiências, mescladas às recordações da infância, vão amadurecendo Miramar.
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- é bem bom, mas para um filme com toques autobiográficos do bressane eu esperava bem mais
- pode ser por conta da maldição da década de 90 do cinema nacional..
- do nada aparece a fernanda torres
- a professora dando aula lá, e o garoto só pensando em outra coisa
- espero que todos aqueles áudios em inglês sejam criticas, porque tavam bem chatos
Um dos ótimos títulos da carreira de Bressane.Filme com a cara do Brasil,mas consegue homenagear muita coisa de fora.O grande elenco é outro destaque que vale ser lembrado.
>Assistido em 02 de Abril de 2024
Antes desta sessão, tinha decepcionado-me bastante com O REI DO BARALHO e, como tal, fiquei muito desconfiado nas cenas iniciais. Estranhei um pouco a inserção dos diálogos (não legendados) de filmes hollywoodianos clássicos, mas isso logo ganhou muito sentido, quando o caráter "profissional" do protagonista passa a ser constituído. Pena que há algo de preguiçoso ou inadequado na interpretação de João Rebello, que prejudica a nossa imersão nesta adaptação livre de uma obra de Oswald de Andrade, amplamente citado ao longo do filme. Amei o momento em que o próprio Bressane entrega um livro de Sergei Eisenstein ao protagonista. Daí para a frente, comecei a gostar do filme, dos movimentos invertidos, do erotismo dos seios, das marchinhas recorrentes de carnaval (termina com Luiz Gonzaga, uau!)... Mas insisto que o trecho inicial, onde os pais de Miramar aparecem em cenas de orgia conjugal, não funcionam devidamente. Idem para as aparições de Giulia Gam e para as exacerbações do talento de uma atriz que obedece aos padrões clássicos de linguagem cinematográfica que o diretor tenta romper. Há muitas contradições no percurso de amadurecimento do xará de uma sala de exibição. E nota-se um evidente descompasso entre as idealizações originais e o que aparece na tela. Mas é um legítimo filme bressaneano. Ao final, o saldo é positivo! (WPC>)
Drama vencedor de 5 Candangos no Festival de Cinema de Brasília, incluindo o de melhor filme. Já cheguei a conclusão de que esse tal de Júlio Bressane tem o seu trabalho superestimado por uma boa parcela dos cinéfilos... mas, pra mim, ele é o tipo do '8 ou 80', ou 'se ama ou se odeia'. Uma prova disso, é esse filme totalmente sem noção, desprovido do mínimo de inteligência possível. Não sei aonde o diretor quis chegar ou o que tentou nos contar. É uma enrolação sem fim, entediante, poucos diálogos, longas cenas silenciosas, pelo menos uns 15 minutos de sons em inglês em que nada nos é mostrado (provavelmente seriam de filmes americanos que os personagens estariam vendo e ouvindo?), além de músicas de carnaval antigas que surgem do nada. O elenco é bom e interessante, mas são insignificantes ao mesmo tempo, pois não nos transmitem absurdamente nada de bom.
troço chato