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Em uma dimensão misteriosa, uma bela feiticeira e seu grupo de mulheres praticam magia negra e invadem os sonhos e a mente dos homens para assumir o controle de suas almas. Quando um homem desperta os instintos delas, a situação muda de figura.
Apesar de ser comercializado como uma sequência do filme Sorceress (1995), o enredo e os personagens são totalmente independentes do primeiro filme da franquia.
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Sorceress II não é, nem de longe, um bom filme no sentido técnico, mas é um exemplo fascinante de como a fantasia era produzida para o mercado doméstico antes do CGI dominar tudo. É o tipo de filme que você assiste com amigos para dar risada dos furos de roteiro e da falta de orçamento.
Procurei o nome desse filme por muitos anos. Tinha vagas lembranças de pedaços do enredo e de algumas cenas principalmente as finais. Assistindo alguns anos depois vi que não é tão bom como minha memória pintava, mas ainda assim está dentro da média para o gênero.
Assisti na Band, no final da década de 90, num sábado de madrugada. Já havia assistido o primeiro filme, "Tentação", também na Band. O filme mistura suspense, erotismo e até um pouco de terror, numa salada meio indigesta mas assistível, levando em conta a gostosa da Julie Strain, figura fácil de se encontrar nos filmes dessa época na emissora.
Picaretagem erótica que se aproveita de várias cenas do primeiro filme: Sorceress(1), um dos vários nomes do terror-erótico Tentação, e acrescenta uma trama de vampiros. Consegue se sair melhor do que a encomenda.
Considero um clássico da "exploitation". De dar inveja no Roger Corman. Fui assistir este filme de terror, vejam só, no Cine Privé. Com certeza foi mais adequado passar ele lá do que no Cine Sinistro.
Clássico das madrugadas da Band hahaha