The Crime is Mine / My Crime - Estados Unidos da América
Sinopse
Madeleine Verdier, uma atriz sem dinheiro, é acusada do assassinato de um famoso produtor. Com a ajuda de sua melhor amiga ela prova isso, é absolvida por legítima defesa.
François Ozon brinca com a expectativa do expectador e dos filmes de investigação criminal, ao propor personagens dissimulados, caricatos e que vão reivindicar a autoria do crime (e não sua inocência), claro, para obter vantagens com isso. Chega ao absurdo de um confronto bem divertido, entre personagens, pela autoria. Visto desse modo é bem simplista, mas o texto está escrito de forma bem satisfatória para dar ótimas risadas, por mais que esperasse algo muito melhor em termos de resolução dos conflitos.
Eu me diverti bastante com esse filme baseado numa comédia teatral francesa homônima dos anos 1930, já filmada antes por Hollywood (duas vezes, em 1937 e 1946). Apesar de muitos diálogos e poucas trocas de cenários, não é nem um pouco aborrecida, muito pelo contrário, as situações vão evoluindo e mudando para mais confusões, especialmente quando a personagem de Isabelle Huppert entra em cena reclamando que o crime ocorrido é dela (daí o Mon Crime do título original). Diálogos rápidos e espirituosos ditos por ótimos atores e por trás de tudo o ótimo diretor Ozon. Queria mais o quê?
François Ozon brinca com a expectativa do expectador e dos filmes de investigação criminal, ao propor personagens dissimulados, caricatos e que vão reivindicar a autoria do crime (e não sua inocência), claro, para obter vantagens com isso. Chega ao absurdo de um confronto bem divertido, entre personagens, pela autoria. Visto desse modo é bem simplista, mas o texto está escrito de forma bem satisfatória para dar ótimas risadas, por mais que esperasse algo muito melhor em termos de resolução dos conflitos.
Eu me diverti bastante com esse filme baseado numa comédia teatral francesa homônima dos anos 1930, já filmada antes por Hollywood (duas vezes, em 1937 e 1946). Apesar de muitos diálogos e poucas trocas de cenários, não é nem um pouco aborrecida, muito pelo contrário, as situações vão evoluindo e mudando para mais confusões, especialmente quando a personagem de Isabelle Huppert entra em cena reclamando que o crime ocorrido é dela (daí o Mon Crime do título original). Diálogos rápidos e espirituosos ditos por ótimos atores e por trás de tudo o ótimo diretor Ozon. Queria mais o quê?
Gostei, mas achei que faltou desenvolver Pauline. Algumas frases e takes davam a entender que a amiga tinha mais a dizer.
Muito divertido.
Como francês é sem graça pra comédia
E que atuações sofríveis