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Data de lançamento
21 Dez. 2016Duração
Procurando uma maneira de fugir da rotina na pequena cidade em que nasceu, Tripp (Lucas Till), um estudante, constrói um Monster Truck juntando peças de outros carros. Depois de um acidente próximo a um poço de perfuração de petróleo, uma estranha criatura aparece e demonstra talento e gosto por velocidade. Após o ocorrido, Tripp pode ter encontrado um amigo diferente e um motivo para sair da cidade.
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Filme se preocupa mais em divertir com os efeitos do que com a própria história.Lucas Till continua aquele ator sem expressão e um dos piores de sua geração.
>Assistido em 09 de Julho de 2026
filme praticamente para fãs de hot wheels e monstros.
Típico filme de sessão da tarde, mas bem agradável de se assistir. Possui uma história bem bacana, bons atores, boa direção e uma bela fotografia.
No interior da Dakota do Norte, a empresa Terravex Energy está prestes a perfurar um imenso poço de petróleo, quando o CEO Reece Tenneson (Rob Lowe) é alertado de que, acima do petróleo, há água. Isso é um indicativo da possibilidade de um ecossistema nas profundezas da terra. Ignorando os indícios, ele manda que a perfuração prossiga e acaba libertando três estranhas criaturas.
Esse aspecto do filme é interessante por um motivo que irei desenvolver ao longo desta crítica.
Dois deles acabam capturados, mas o terceiro monstrinho foge. É de interesse da Terravex que o caso seja abafado, ou a área pode se tornar santuário ambiental, não podendo o poço ser perfurado. Começa, então, a caçada, liderada por Burke (Holt McCallany).
Neste momento, somos apresentados a Tripp (Lucas Till), um rapaz com o grande sonho de ter um carro e sair da cidade pequena que o mesmo não aguenta mais. Como ele não pode comprar um, está em processo de montagem do seu próprio monster truck (aquela pick-up com suspensão e rodas imensas) com peças do desmanche onde trabalha (o patrão é ninguém menos que Danny Glover). Ele está no último ano do colégio, mas não vai bem em Biologia. Brecha oportuna para que o roteiro nos apresente Meredith (Jane Levy), nerd que ajuda Tripp a estudar e tem um interesse amoroso nele, embora seja constantemente esnobada.
Não é preciso ser um Xeroque Rolmes para saber que Tripp vai encontrar o monstrinho, não é?
Com algumas gambiarras de pseudomecânica, o “monster truck” é criado, sendo Creech (o nome que Tripp dá à criatura) o motor do veículo. Daí resultam as principais cenas de ação, exibidas no trailer. Desconsidere fatores científicos, como a impossibilidade de uma forma de vida habituada a uma pressão quase 700 vezes maior do que a atmosférica habitar tranquilamente a superfície. A verdadeira faceta de realidade em Monster Trucks é exatamente onde ele parece mais caricato: a Terravex Energy. Não é incomum que cidades pequenas sejam sustentadas pelos impostos de grandes companhias, que acabam se tornando “donas” do espaço público. O descaso com o meio-ambiente em prol do lucro é uma realidade crua do capitalismo selvagem (sem trocadilhos) e o mundo está cheio de magnatas como Reece.
Como pontos positivos do filme, se destaca a direção de arte, que desenvolveu criaturas visualmente encantadoras, a boa química entre Till e Levy em tela e o timing de humor do roteiro. É um humor com o estilo clássico das séries da Nickelodeon. Se for sua praia, não se decepcionará.
Nem percebi que tinha a Samara Weaving nesse filme.
Muito divertido, adorei!