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Sinopse
A família de Jones, prestes a tomar posse de terras em Montana é atacada por índios a mando do vizinho McCord, que recebe a maior parte do gado roubado.
adoraria rever inclusive esse filme está em cartaz na cidade de Hill Valley naquele momento (The cattle queen of Montana. No Brasil: Montana: terra do ódio).em De volta para o futuro
A atuação da Barbara Stanwyck é costumeira corajosa num Bang Bang cruzando as montanhas, rios e riachos de Montana, num deslumbre de fotografia. O roteiro é ágil e dá várias guinadas. Achei um bom e diferente faroeste, tendo, claro, o protagonismo feminino. E tem até o Ronald Regan pagando de coadjuvante.
Apresentado em excelente Technicolor, esse bang-bang, com Barbara Stanwick e Ronald Reagan (40º presidente dos Estados Unidos), trata de bad guys caras-pálidas e bad guys peles-vermelhas lutando contra good guys caras-pálidas e good guys peles-vermelhas. Com mais uma ótima atuação de Bárbara Stanwick, o filme tem um roteiro ágil e com boas cenas de ação. Sem mostrar sangue nos tiroteios, o final se encerra
Título, cartaz e protagonista não enganam: era óbvio que eu adoraria este filme - o que se confirma pela suspensão de expectativas típica do estilo mui versátil do diretor. A trama possui reviravoltas interessantíssimas em meio a um roteiro até certo ponto previsível (em termos históricos): a brecha para a análise de um possível romance interracial que o diga (a imagem final, idem). Erra um pouco ao investir numa conciliação demeritória para os índios "civilizados", que perderam bastante no acordo em pauta, mas é um faroeste original, inventivo, com ótimo ritmo e elenco heterogêneo (Ronald Reagan? Irc!). Allan Dwan em seu melhor aqui! (WPC>)
adoraria rever inclusive esse filme está em cartaz na cidade de Hill Valley naquele momento (The cattle queen of Montana. No Brasil: Montana: terra do ódio).em De volta para o futuro
A atuação da Barbara Stanwyck é costumeira corajosa num Bang Bang cruzando as montanhas, rios e riachos de Montana, num deslumbre de fotografia. O roteiro é ágil e dá várias guinadas. Achei um bom e diferente faroeste, tendo, claro, o protagonismo feminino. E tem até o Ronald Regan pagando de coadjuvante.
Apresentado em excelente Technicolor, esse bang-bang, com Barbara Stanwick e Ronald Reagan (40º presidente dos Estados Unidos), trata de bad guys caras-pálidas e bad guys peles-vermelhas lutando contra good guys caras-pálidas e good guys peles-vermelhas. Com mais uma ótima atuação de Bárbara Stanwick, o filme tem um roteiro ágil e com boas cenas de ação. Sem mostrar sangue nos tiroteios, o final se encerra
com índios matando índios e brancos matando brancos.
get off my land kkkkk
Título, cartaz e protagonista não enganam: era óbvio que eu adoraria este filme - o que se confirma pela suspensão de expectativas típica do estilo mui versátil do diretor. A trama possui reviravoltas interessantíssimas em meio a um roteiro até certo ponto previsível (em termos históricos): a brecha para a análise de um possível romance interracial que o diga (a imagem final, idem). Erra um pouco ao investir numa conciliação demeritória para os índios "civilizados", que perderam bastante no acordo em pauta, mas é um faroeste original, inventivo, com ótimo ritmo e elenco heterogêneo (Ronald Reagan? Irc!). Allan Dwan em seu melhor aqui! (WPC>)