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Com roteiro e direção de Villaça, e estrelando o comediante Geraldo Magela, Morte Cega tem como personagem principal um cineasta fracassado chamado Francis (Maurício Canguçu, produtor e um dos atores principais do sucesso teatral (Acredite, um Espírito Baixou em Mim). Certa noite, Francis tem um sonho amedrontador com Magela, conhecido em todo o país por interpretar o personagem O Ceguinho. Decidido a realizar um curta a partir deste sonho, Francis usa seu amigo produtor, Martinho (Carlos Magno Ribeiro, que atuou no primeiro curta de Villaça, A ética), para chegar ao humorista. A partir daí, o encontro traz resultados inesperados para todos os envolvidos.
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Ontem, numa festa, conheci um empolgado estudante de Cinema, com menos de 18 anos, que citou o Pablo Villaça como um de seus críticos favoritos. Sem desencorajá-lo, eu e um amigo retrucamos que o grande problema dele era uma hipertrofia analítica da trama, em detrimento dos demais elementos fílmicos. A estória se sobressaía, enquanto o resto se afrouxava... E sugeri ao rapaz que visse este curta-metragem,, o qual eu já pretendia ver há alguns dias. Dito e feito: tudo o que eu falara se demonstra aqui. Atuações ruins (exceto pelo Gerado Magela, como sempre, satírico e autoconsciente dos estereótipos contra os quais passou a vida inteira a lutar), roteiro frouxo e autoindulgente e direção sem firmeza. O garoto detestou. Passamos para o próximo assunto portanto! (WPC>)
Geraldo Magela... Geraldo Magela... Geraldo Magela..., Franscis, Francisco, Chico, hahaha! Bom curta, história original e roteiro engraçado. Vale para passar o tempo numa boa.
Bom!
Bacana a dinâmica do roteiro de colocar um enredo dentro de outro enredo.
Conferir Geraldo Magela num campo fora da comédia foi interessante, mas não tem como não vê-lo em cena e não lembrar das suas sacadas de humor divertidas, a própria história ainda guarda um pouco dessa comédia, como na cena do restaurante, temperado com um humor sarcástico.
Produção simples, mas com desenvolvimento curioso e satisfatório.
Momento impagável do humorista Geraldo Magela como assassino e a divertida cena da conversa no restaurante.
Vale a pena conferir.
Bom sofrível, sou fã do Pablo como crítico (tanto seus textos, como seus videos) e o curso dele só se vê elogios sobre, mas é bem fácil separar o que é teoria e conhecimento do que é pratica e principalmente execução.
Primeiro que em nenhum momento o curta consegue soar convincente. As atuações não convencem, o roteiro não convence, as situações não convencem, a comédia não convence. Tudo soa tão artificial e forçado, as vezes nem a empolgação de Francis pelo seu projeto convence. O único ponto alto do filme talvez seja que ele flua bem e é o que faz desses 20 minutos parecer menos que isso, o que evita esse curta de se tornar uma tortura e faz dele apenas 'sofrível'.