1989, ano do fim do regime comunista na Hungria, é um marco na história política do país. No entanto, Petya e seus amigos estão alheios a tal fato. Eles estão prestes a acabar o ensino médio e as únicas coisas que importam são as festas, as meninas e algum dinheiro fácil. Filme vencedor do prêmio de melhor Longa de estreia e o prêmio do público na Semana do Filme Húngaro 2000.
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As Novas Desventuras de Cliff Booth
Gosto como a política tem uma influência grande no cinema húngaro.
Em Praça Moscou, com referência clara ao fim do socialismo. Critica como o país foi devastado por esse regime, principalmente pela ocupação russa por tantos anos.
A juventude totalmente sem esperança e alienada, capaz de tudo, é um soco na cara. A única alternativa é o escapismo, fugir do país para tentar a vida em qualquer outro lugar.
O diretor enfatiza muito bem as más condutas dos jovens, algo parecido com nosso "jeitinho brasileiro". Sempre querendo levar vantagem em tudo, o que acaba sendo uma consequência de toda a pobreza e desespero de um povo.
Apesar do foco do filme não ser a história, mas o retrato da sociedade húngara, senti falta de um propósito do filme. Não ficou tão claro pra mim aonde o filme quer chegar, principalmente pelo final.