- é no mínimo interessante descobrir e adentrar uma espécie de cultura (ou subcultura) que você nem fazia ideia que conhecia - gostei e achei bem diferenciado, mas tenho minhas criticas - quer trazer para o brasil? então torna o bagulho brasileiro - só copiam os termos e as coisas de fora, inclusive os preconceitos, tinha que ser mais inclusivo, abraçar todas as pessoas e traduz os nomes carai, senhor couro é muito mais massa
Primeiro, vale como registro brasileiro da cena Leather. Foi muito bom ter a oportunidade de imergir para além da minha bolha. Como o Heitor fala, a própria comunidade LGBTQIA+ é muito cheia de regras que impõem tantos muros quanto a sociedade em geral já nos impõe. E a nova geração, com seus regramentos pescados das bolhas de "perfeição" infladas pelas redes sociais, tem contribuído para isso. Nesse sentido, o documentário presta um serviço de desconstrução.
Contudo, senti falta de imersão. Percebi que o diretor passeia entre o concurso e algo mais intimista, mas não conseguiu mergulhar no segundo (que para mim foi muito mais interessante). Confesso que achei o concurso enfadonho. Interessante como curiosidade, mas sem dinamismo para ser exposto em um documentário. A parte mais profunda, mais imersiva, deixou de ser aproveitada, ao meu ver.
É como se, para seguir as diretrizes do concurso de "se manter longe de sexualização", o diretor cortasse essa imersão nas cenas das práticas BDSM. O que fica parecendo, apesar do documentário pregar o contrário, é que o Leather é o concurso, a moda e o discurso, apenas. Quando se transa, já é BDSM. Desliga a câmera.
Não gosto muito do formato do documentário, e acho ele meio "vanilla" ao tratar do tema. Principalmente porque ele faz menção de que vai ousar às vezes, aí recua. Se escolhesse um dos pontos, sem transitar entre eles, eu até poderia chamar de um bom filme, mas do jeito que está, achei até meio chato, mas principalmente decepcionante.
- é no mínimo interessante descobrir e adentrar uma espécie de cultura (ou subcultura) que você nem fazia ideia que conhecia
- gostei e achei bem diferenciado, mas tenho minhas criticas
- quer trazer para o brasil? então torna o bagulho brasileiro
- só copiam os termos e as coisas de fora, inclusive os preconceitos, tinha que ser mais inclusivo, abraçar todas as pessoas e traduz os nomes carai, senhor couro é muito mais massa
Primeiro, vale como registro brasileiro da cena Leather. Foi muito bom ter a oportunidade de imergir para além da minha bolha. Como o Heitor fala, a própria comunidade LGBTQIA+ é muito cheia de regras que impõem tantos muros quanto a sociedade em geral já nos impõe. E a nova geração, com seus regramentos pescados das bolhas de "perfeição" infladas pelas redes sociais, tem contribuído para isso. Nesse sentido, o documentário presta um serviço de desconstrução.
Contudo, senti falta de imersão. Percebi que o diretor passeia entre o concurso e algo mais intimista, mas não conseguiu mergulhar no segundo (que para mim foi muito mais interessante). Confesso que achei o concurso enfadonho. Interessante como curiosidade, mas sem dinamismo para ser exposto em um documentário. A parte mais profunda, mais imersiva, deixou de ser aproveitada, ao meu ver.
É como se, para seguir as diretrizes do concurso de "se manter longe de sexualização", o diretor cortasse essa imersão nas cenas das práticas BDSM. O que fica parecendo, apesar do documentário pregar o contrário, é que o Leather é o concurso, a moda e o discurso, apenas. Quando se transa, já é BDSM. Desliga a câmera.
Não gosto muito do formato do documentário, e acho ele meio "vanilla" ao tratar do tema. Principalmente porque ele faz menção de que vai ousar às vezes, aí recua. Se escolhesse um dos pontos, sem transitar entre eles, eu até poderia chamar de um bom filme, mas do jeito que está, achei até meio chato, mas principalmente decepcionante.
Concurso de miss às avessas.
Interessante esse registro sobre a cultura leather paulistana. Só não curti a meritocracia do concurso hahahah