Rejeitado pela classe artística, destruído pelo luto pela perda da irmã mais velha e torturado pelo vício: o filme retrata a vida de Edvard Munch, um dos maiores artistas de todos os tempos.
"Munch" é uma confusa e ousada tentativa de retratar a essência do pintor norueguês conhecido mundialmente pela obra "O Grito".
Por meio de quatro atores distintos (incluindo a atriz Anne Krigsvoll, transformada fisicamente para interpretar o pintor), o filme mistura realidade e ficção, e é exatamente aí que ele encontra dificuldades em manter uma narrativa coesa.
A maior audácia de "Munch" foi tentar situar o pintor em cenários contemporâneos, como uma rave em Berlim do século XXI, por exemplo, tentando traçar paralelos entre seus dilemas internos e as buscas existencialistas modernas. Esta escolha anacrônica, que visa destacar a natureza atemporal dos conflitos de Munch e seu impacto na arte, pode ser intrigante para alguns, mas acaba se tornando confusa para aqueles menos familiarizados com a vida e obra do artista, como foi o meu caso.
"Munch" é uma confusa e ousada tentativa de retratar a essência do pintor norueguês conhecido mundialmente pela obra "O Grito".
Por meio de quatro atores distintos (incluindo a atriz Anne Krigsvoll, transformada fisicamente para interpretar o pintor), o filme mistura realidade e ficção, e é exatamente aí que ele encontra dificuldades em manter uma narrativa coesa.
A maior audácia de "Munch" foi tentar situar o pintor em cenários contemporâneos, como uma rave em Berlim do século XXI, por exemplo, tentando traçar paralelos entre seus dilemas internos e as buscas existencialistas modernas. Esta escolha anacrônica, que visa destacar a natureza atemporal dos conflitos de Munch e seu impacto na arte, pode ser intrigante para alguns, mas acaba se tornando confusa para aqueles menos familiarizados com a vida e obra do artista, como foi o meu caso.