Duração
No ano de 1973, uma raça alienígena conhecida como BETA invadiu a Terra, durante 30 anos eles mataram bilhões de humanos e praticamente domiram a maior parte do continente Europeu e Asiático. A humanidade desenvolveu armas humanóides conhecidas como TSF (Tactical Surface Fighters) para tentar vencê-los, mas isso apenas atrasava as forças inimigas. Em 2001, o império japonês encontra dificuldade no desenvolvimento dos novos TSF enquanto defende suas terras da invasão. A Nações Unidas enviaram uma proposta de um programa entre os EUA e o Japão para um desenvolvimento mútuo para um novo projeto de TSF, The Prominence Project. E o encontro entre duas pilotos, uma japonesa e outra americana, vão mudar os seus destinos drasticamente.
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Alguém sabe ser tera continuação vai acabar assim sem assim resposta gostei muito dos três animes mais gostei naus deste aqui vi que algumas pessoas nao gostaram também queria algumas cenas diferentes
Eu me pergunto, como os BETA chegaram na terra?!
Viajaram de marte até a lua e depois para a terra, não vi e não foi mostrado até agora nenhum BETA voador (ainda estou no ep 22)
De todos os Animes que eu já assisti, esse definitivamente é mais bagunçado que já vi em termos de historia!
Mecha, Sci-Fi, Seinen, Novel, Romance e fanservice.
Quando vi que o anime se tratava de Mechas ja cresci o olho, adoro Zeorymer e Detonator Orgun (Apesar deste não ser bem um mecha) e fui com expectativa.
Os mechas são diferentes de outros do gêneros, tem uma história política interessante, porém perde pontos nos fanservices de taras japonesas.
Os Betas e os mechas foram feitos em CG, então achei que destoou do anime. Sempre vi os robôs no mesmo traço / desenho do resto do anime, então em CG deu um contraste estranho (Para mim).
O 1° Ep é bem arrastado, acho ruim isso logo de cara pois quase desisti da serie, mas tenha força, melhora. Todo anime vai se focando na Tenente Yui Takamura, nos pilotos Yuuya Bridges e as irmãs escarlate Cryska e Inia.
Spoilando em 3, 2, 1
1° Ep só fica interessante no seus 7 minutos finais, antes disso é sofrível.
2° ao 5° a historia voa.
Apresenta os protagonistas Yui Takamura, Yuuya Bridges e as irmãs escarlate Cryska Barchenowa e Inia Sestina. Combates legais e entra até na área do drama, sombrio e alivio cômico.
6° e 7° é só fanservices. Como não li os mangas, achei esses episódios sem sentido para caramba, por um momento até esqueci que era um anime de mechas.
8° ao 18° a historia volta ao tema principal. Entre combates e brincadeiras temos o a construção do triangulo e meio amoroso entre Takamura, Bridges, Cryska e ao que parece a Inia também.
As irmãs escarlate nunca se relacionaram com outras pessoas, sofreram experiencias, Cryska é a fria e a Inia a mais amigável, mas por causa de Bridges, Cryska começa a sentir emoções.
Takamura por causa das batalhas, se entregou ao trabalho.
Quando Bridges aparece tem aquele cliché de protagonistas que não se entendem e depois se apaixonam
Bridges tem descendência de japonês e americano.
É um personagem legal, solitário, não consegue perceber o amor de Takamura e Cryska por ele. O bom é que não é um personagem idiota tipo o Shurato.
19° fanservices, taras japonês... é só
20° ao 25° Batalhas boas.
Rola toda uma historia de terrorismo conta os grupos que lutam contra os betas, conclusão do triangulo amoroso e um final com ponta de continuação.
Entre Mechas, romances, Terrorismos, drama, sombrio, alivio cômico e fanservices, Total Eclipse termina como um anime que gostei.
Com problemas de ritmo que dá vontade de arrancar 4 episódios da serie, 3 por fanservice e o 1° por ser arrastado.
Se ainda não assistiu, dá uma chance.
péssimo