Um jovem casal tenta superar obstáculos que ameaçam a sua relação. Quando Amar é demitido por beber no trabalho, aceita um emprego bem remunerado numa comunidade muçulmana fundamentalista afastada da cidade. Luna teme que o afastamento do marido interfira em seus planos de engravidar. Depois de ser proibida de se comunicar com Amar, ela é finalmente autorizada a visitá-lo na comunidade. Luna descobre um ambiente cheio de rituais – um mundo onde a vida diária de homens e mulheres é separada sob vigilância constante. Quando Amar volta pra casa semanas depois, ela nota que sua visão sobre religião mudou. Ela começa a questionar tudo em que antes acreditava, incluindo o desejo de ter um filho.
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Nunca pensei que ia escrever isso, já li em vários comentários sobre outros filmes, mas casa bem neste aqui, tem varias camadas como uma cebola, seu inicio e meio arrastadinho e fica em aberto onde quer ir o cerne...mas quando pega um pouco de ritmo e as coisas vão se encaixando quando Amar e convidado para ir a um retiro de fundamentalistas islâmicos.
E é aqui que a coisa se diversifica, e tem que se ter muito cuidado ,principalmente nesse mundo extremamente obtuso que infelizmente ainda sou obrigado a viver, onde tudo se vê preconceito, mimimi, e carambolas de cabeças militantes, temos uma visão de Pátrias irmãs ainda meio que aprendendo a viver depois de uma guerra insana que matou muita gente por divergências politicas e religiosas..
Temos um casal a principio com problemas, mas com um amor intenso e uma boa base,a partir daqui Amar vai sendo sugado a principio por sua escolha, ate se sentir parte e feliz consigo dentro de sua crença, so que ai que começa a desandar, são dois mundos, onde um teria que se entortar para caber no outro, um dos dois acabaria destruído sentimentalmente, ai o filme toma corpo, afinal e dificílimo, seja por religião, seja por escolhas, seja por personalidades, morar em outro pais, estado ou cidade, mundos colidem, e um dos dois precisava acordar..diferenças se repelem.
Você escolher o Islã já é difícil pela sua complexidade e renuncias, escolher o Islamismo fundamentalista e duas vezes pior, pq a coisa e profunda, mais conservadora, restritiva, castradora, e perigosa, e dai para um pulo para o extremista...nao vi preconceito algum no filme, são diferenças..e nisso a obra foi muito de bom senso...
Jasmila mostra com muita propriedade como o fundamentalismo religioso destrói as relações. Daí pra destruir nações é um pulo.
Ótimo filme e excelente final. Apesar da imparcialidade religiosa da diretora, o filme trata de forma singular sobre o passado de guerra da Bósnia e o egocentrismo do fundamentalismo islâmico que há muito tempo se instala por lá.
Excelente filme que mostra um retrato da Bósnia-Herzegóvina após a Guerra e como o fundamentalismo islâmico está crescendo lá.
Filme muito bom,
ele nos mostra como algo que parece tão simples, pode acabar com um relacionamento, nesse caso a visão religiosa de Amar. Não achei o filme preconceituoso, ele apenas lida com uma lavagem cerebral religiosa que uma pessoa sofreu, se fosse um filme americano poderia ter sido qualquer outra religião ou seita.