Charles Madison, um oficial da Marinha, tem o trabalho de mandar senhoras para passarem noites com seus superiores, até que um dia se apaixona por Emily Barham, uma moça fria que aos poucos vai se rendendo a esse novo amor. Enquanto isso, um insano general, William Jessup, tem a ideia de fazer um filme que pode pôr a vida do ator escolhido em risco - e ele escolhe justamente Charles.
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O filme foi uma porcaria durante todo o tempo. Pra mim, ele realmente começou nos 15 minutos finais.
Eu gosto de James Coburn, James Garner não vi muitos filmes, mas é um rosto conhecido. E praticamente assisti pela filmografia de Melvyn Douglas, que aqui também só vai bem no final do filme.
Durante todo o filme ele é um almirante que tem ataques de loucura, e fala coisas sem sentido. Que lá para frente, no final do filme ele se arrepende, e justifica isso como um "surto"
Final de filme também que conta com a volta de Madison, que todos achavam que estava morto (o que seria uma m3rda se tivesse acontecido isso) e é aí que o filme realmente vale a pena.
Mas acho muito pouco para um filme de quase 2 horas. Esse filme com 1 hora e 20 estaria de bom tamanho. Chato durante a maior parte do tempo, não se aproveita nada. Vi pelo Melvyn Douglas e me arrependi durante 1 hora e meia no mínimo...
Assistido em 11/03/2025
Comédia e drama romântico de guerra indicado a 2 categorias no Oscar: melhor fotografia em preto e branco e melhor direção de arte em preto e branco; no BAFTA, foi nomeado a melhor atriz britânica, Julie Andrews. O roteiro de Paddy Chayefsky (1923-1981) foi vagamente adaptado do romance de 1959 de mesmo nome, de William Bradford Huie (1910-1986), que fora oficial da SeaBee durante a invasão da Normandia.
James Garner (1928-2014) disse que este era o seu filme favorito. Único filme de Julie Andrews em preto e branco. A cena da festa foi filmada no mesmo dia do assassinato do presidente John F. Kennedy. Melvyn Douglas (1901-1981) disse que baseou sua atuação como almirante William Jessup em oficiais de sua própria experiência nas Forças Armadas.
Talvez outro diretor, não Arthur Hiller (1923-2016), teria sido mais adequado para traduzir para a tela grande a espirituosa sério-comédia da Segunda Guerra Mundial de Chayefky. Embora um pouco sobrecarregado com discursos prolixos, o roteiro escabrosamente engraçado de Chayefsky transborda de diálogos rápidos e crepitantes. Os diálogos estão repletos de observações cáusticas de guerra, raras para um filme daquela época.
Como outras produções de outrora, esta não resisti a um olhar crítico com relação ao machismo que aqui impregna no amoral personagem interpretado por James Garner. Apesar disto, a subversão do herói de guerra funciona a todo vapor e permanece ácida inclusive nos dias atuais.
Esse foi o segundo filme da Julie Andrews ainda em preto e branco e faz parte do trio de sucesso que lançou ela no cinema,embora não tão famoso como Mary Poppins e A Noviça Rebelde recebeu boas críticas. Ela com toda sua simpatia e charme num papel não musical e fazendo par com James Garner,parceria que se repetiu algumas vezes na carreira deles. Uma história meio maluca, mas mesmo assim com personagens cativantes e situações engraçadas. É um clássico que mesmo sem ter muitas pretensões vale a pena ver.