Uma interpretação balética do mito grego em que os dançarinos representam a tragédia do belo jovem que se condena a uma existência presa por excesso de amor-próprio.
No início, achei estranho o crédito do inovador Norman McLaren sobre este filme: a coreografia de balé era demorada demais e respeitada em seu realismo encantatório. Depois que o mote mítico envolvendo o personagem Narciso entra em cena, constatamos que é mais uma típica obra mclareniana, sedutora e vanguardista, estendendo o que ele próprio já levara a cabo no espetacular PAS DE DEUX, só que agora em cores. A beleza física Jean-Louis Morin é um atrativo adicional, inclusive no que tange à verossimilhança autopassional do personagem-título. Belíssimo canto do cisne de um gênio! (WPC>)
No início, achei estranho o crédito do inovador Norman McLaren sobre este filme: a coreografia de balé era demorada demais e respeitada em seu realismo encantatório. Depois que o mote mítico envolvendo o personagem Narciso entra em cena, constatamos que é mais uma típica obra mclareniana, sedutora e vanguardista, estendendo o que ele próprio já levara a cabo no espetacular PAS DE DEUX, só que agora em cores. A beleza física Jean-Louis Morin é um atrativo adicional, inclusive no que tange à verossimilhança autopassional do personagem-título. Belíssimo canto do cisne de um gênio! (WPC>)
Lindo demais.
Lógico que como bailarina eu assisti! Lindíssimo!!
Dá até vontade de aprender a dançar.