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Documentário autobiográfico onde Naomi Kawase explora sua relação com a tia-avó que a adotou (Uno Kawase) e com seu filho recém-nascido (Mitsuki Kawase), refletindo sobre a vida e sua renovação permanente.
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As Novas Desventuras de Cliff Booth
Após a defesa de Mestrado de um amigo acerca de trabalhos específicos desta diretora, obriguei-me a ver este média-metragem imediatamente e fiquei impressionado com a modo como a diretora subverte a própria temporalidade dos eventos familiares em prol de um redemoinho muito peculiar de sensações e impressões emotivas. A naturalidade com que ela apresenta a própria nudez e a da avó é comovedora, bem como o uso dos relatos de Uno na trilha sonora. Mas uma das primeiras discussões que elas têm doeu-me bastante: como fere testemunhar alguém tão carinhoso desculpar-se tanto. Um filme-aula, em sua entrega ensaística e amplitude autobiográfica. Permaneço emocionado, ainda! (WPC>)
que filme honesto e transparente, me emocionei com a câmera realista, pura e sensível retratando os detalhes de vidas que se entrelaçam pelo sangue, pelo útero, pelos seios, pelas linhas temporais
que vovó mais linda gente
Intenso, íntimo, sutil, corajoso
Meu Deus, acabei de encontrar minha diretora preferida. To sem palavras pra descrever o quão bonito e real foi o que eu acabei de assistir.
Terminei de ler um capitulo de "Sodoma e Gomorra" no qual Proust escreve por 10 ou 20 páginas sob as percepções dele na praia agora, revisitando os lugares onde a avó morta e ele passaram 1 ano juntos, ver esse curta foi vê com o coração na garganta depois de ter lido esse capitulo