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Data de lançamento
25 Jan. 2022Duração
O filme acompanha Alexei Navalny, líder da oposição russa, que sobreviveu a uma tentativa de assassinato por envenenamento com um agente nervoso em agosto de 2020. Durante sua recuperação, que durou meses, ele faz descobertas chocantes sobre o atentado a sua vida e decide voltar para casa.
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Achei este documentário fascinante, não só pela resiliência impressionante de Navalny, mas também pelas imagens impactantes em tempo real de alguns momentos decisivos.
É um forte testemunho da coragem e determinação de um homem que desafiou um regime autoritário.
Espionagem, prisão e até veneno na cueca... A história do influencer Navalny é tão absurda que parece pura ficção.
Muito filmaço para uma notinha dessa.
Uma pena ter assistido este filme depois da lamentável morte de Navalny. Tudo o que o documentário tem de esperançoso, de alegre, de corajoso, se perde quando sabemos que este personagem desafiador sucumbiu diante da tirania de Putin. Isso, claro, não tira os méritos da obra, mas a torna um pouco mais sombria e melancólica.
Excelente!
Os investigadores da bellingcat são geniais.
Minuto 59, Christo Grozev, jornalista independente, empolgado com o que acabara de ocorrer, diz a Navalny: "Acho que vc vai ser presidente depois disso".
Navalny rebate: "Eu acho que depois disso [ter extraído a confissão de um dos capangas que o envenenaram] eles vão me matar de vez".
Do NYTimes:
"Muitos perguntaram 'por que ele voltou à Rússia?Que idiotice, que ideia de autossacrifício sem sentido”. Andrey Loshak, um jornalista russo, escreveu em uma homenagem publicada pela Meduza, uma agência de notícias independente: “Para quem o conheceu foi natural: você o vê em vida e entende que uma pessoa não pode fazer de outra forma.”.
Em seu primeiro julgamento, um mês depois de desembarcar na Rússia, Navalny citou Rick e Morty no tribunal: “Viver é arriscar tudo”, disse ele. “Caso contrário, você será apenas um pedaço inerte de moléculas montadas aleatoriamente, à deriva para onde quer que o universo o leve.”.
Vc pode pensar o que quiser do Navalny, só não pode negar que a coragem dele é digna de admiração e respeito. Quem de nós voltaria, sabendo das consequências terríveis a nossa espera? O exílio seria muito mais fácil, mas Navalny era um homem de princípios e, sobretudo, de ação.
"Outros ficam bastante satisfeitos em ficar sentados no exterior, falando, falando e falando sem fazer nada com as mãos. Para ele isso era insuportável.”
"O necessário para o triunfo do mal é que os bons não façam nada" - Navalny.