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Data de lançamento
1 Nov. 1946Duração
Enquanto seu avião está caindo, o piloto Peter (David Niven, de Os Canhões de Navarone) conhece pelo rádio a enfermeira June, por quem se apaixona. Ele sobrevive à queda, mas logo descobre que deveria ter morrido e ido para o Céu. Agora, precisará convencer uma corte celestial que deve continuar vivo para poder encontrar a amada.
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Com boas soluções visuais, é apesar disso, muito piegas e beira ao desagradável ( a música negra usada como exemplo de decadência dos EUA), e as cortes celestiais são uma espécie de Kafka, mas se fossem de Walt Disney.
o plot twist, mesmo que tenha sido retirado diretamente de "O Gabinete do Dr Caligari", coloca toda a história com os pés na terra novamente
Excêntrico, nonsense e alucinógeno, este belo e espiritual filme britânico é, essencialmente, sobre o amor. Com ares de megalomania do espetáculo cinematográfico, a história fantasiosa e criativa, mesmo em cima de um assunto doloroso como a morte, alude à esperança de um mundo melhor (visto ser ambientado ao fim da Segunda Guerra Mundial e em consolo a tantos que perderam entes queridos) tendo o sentimento amoroso como sua base sólida e edificante. Satirizando ingleses e estadunidenses nas suas paixões por conflitos, o longa ainda traz o "juridiquês" burocrático pra tela num terceiro ato brilhante e icônico com carga emocional à la Frank Capra. Sem contar a cena da incessante escada para o céu, ou, como preferirem, "starway to heaven". Um fabuloso drama romântico desvairado, criativo e agradável.
- achei bem original e criativo para época que foi feito
- todo o conceito é muito bom, assim como o texto
- mas o amor dos dois achei bem fraco e a picuinha entre eua e uk me perdeu inteiro
Filme com efeitos visuais que me surpreenderam pra época e com história interessante.
A parte do julgamento poderia ser menor, ficou muito focada na Inglaterra versus o resto, na minha opinião, mas ainda assim é um bom filme
QUE FILME SENSACIONAL, MANO!
Muito criativo a história.
Da nem pra acreditar que esse filme é dos anos 40. Que qualidade absurda!