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Data de lançamento
13 Nov. 1992Duração
No século XV, um líder e guerreiro dos Cárpatos renega a Igreja quando esta se recusa a enterrar em solo sagrado a mulher que amava, pois ela se matou acreditando que ele estava morto. Assim, perambula através dos séculos como um morto-vivo e, ao contratar um advogado, descobre que a noiva deste é a reencarnação da sua amada. Deste modo, o deixa preso com suas "noivas" e vai para a Londres da Inglaterra vitoriana, no intuito de encontrar a mulher que sempre amou através dos séculos.
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Que decepção de filme. Tem até certo valor estético, ainda que flerte com o tosco e o caricato, mas os visuais são agradáveis, principalmente os figurinos. Porém, a história é tão insossa e as atuações de Winona Ryder e Keanu Reeves tão fracas - Reeves é ridículo, ele sozinho consegue estragar todas as cenas em que participa - que chegar até o final é uma tortura.
Às vezes é injusto fazer comparações, mas "Nosferatu" de Robert Eggers é superior em todos os aspectos. E, ao longo do filme, foi meio difícil não comparar. O melhor de Coppola ficou nos anos 70 mesmo.
Filmaço de vampiro raíz, uma das melhores adaptações do Dracula de Bram Stoker
O Drácula inicia católico e se rebela pela morte de sua amada, que por ter cometido suicídio sua alma não terá salvação.
O filme é mais sobre a relação do conde com o advogado.
Do nada aos 37m50s, s história muda para Londres, focando no Conde e em Nina.
O final é excelente,
com Nina enfiando a espada no peito e cortando a cabeça do Conde.
Não vou alongar, mas fiquei três dias tentando terminar. Tão comprido que se tornou algo tedioso, fora as atuações extremamente exageradas ou algumas atuações muito ruins! Só gostei da estética e a trilha sonora.
Nunca li o livro, esteticamente é um filme muito bom, ainda por cima quando pensamos que foi feito em 1992, terminei assim a filmografia do Coppola