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Sinopse
A luta de uma mãe para tomar o controle de sua vida em face da doença de Parkinson avançada, enquanto seu filho está lutando com sua identidade sexual e emocional em meio à violência do trabalho no campo de petróleo de Alberta.
Ritmo lento demais ,mas é drama né então da para compreender... gostei das atuações, Shirley Henderson, estava ótima e o Théodore Pellerin, já promissor.
Acho que o foco do filme acaba sendo mais a história do drama familiar do que o da sexualidade do rapaz, porque nesse aspecto ficou faltando se desenvolver bastante a respeito e explorar - praticamente não se fala nada além do pouco que se diz nos últimos minutos e que fica bem no ar - e a trama dele como rebelde e tudo o mais foi o ponto baixo, cansativo por vezes. Porém, a questão da mãe é simplesmente de um realismo, uma entrega e uma capacidade de trazer lágrimas e angústia de tal forma que é precioso e tão forte que eu fiquei na dúvida se aquilo era de fato um filme ou se era real, devido a carga que a atriz conseguia passar em gestos e olhares, com uma presença de cena sensacional! É cruel, desolador e de partir o coração.
Fiquei um pouco frustrado com a condução da história. A diretora parece gastar todo o seu tempo introduzindo as discussões que planeja, mas sem nunca desenvolvê-las de fato. Apesar disso, vale destacar a atuação surreal de incrível da Shirley Henderson como uma mulher com Parkinson e as imagens de encher os olhos.
Ritmo lento demais ,mas é drama né então da para compreender... gostei das atuações, Shirley Henderson, estava ótima e o Théodore Pellerin, já promissor.
Sad and tears. Nada do que está na sinopse é desenvolvido no filme, apenas um panorama triste.
Acho que o foco do filme acaba sendo mais a história do drama familiar do que o da sexualidade do rapaz, porque nesse aspecto ficou faltando se desenvolver bastante a respeito e explorar - praticamente não se fala nada além do pouco que se diz nos últimos minutos e que fica bem no ar - e a trama dele como rebelde e tudo o mais foi o ponto baixo, cansativo por vezes. Porém, a questão da mãe é simplesmente de um realismo, uma entrega e uma capacidade de trazer lágrimas e angústia de tal forma que é precioso e tão forte que eu fiquei na dúvida se aquilo era de fato um filme ou se era real, devido a carga que a atriz conseguia passar em gestos e olhares, com uma presença de cena sensacional! É cruel, desolador e de partir o coração.
Fiquei um pouco frustrado com a condução da história. A diretora parece gastar todo o seu tempo introduzindo as discussões que planeja, mas sem nunca desenvolvê-las de fato. Apesar disso, vale destacar a atuação surreal de incrível da Shirley Henderson como uma mulher com Parkinson e as imagens de encher os olhos.
Jesus, que sofrimento! vi dia 10/09/018