Sua narrativa simplista não é uma falha, mas uma escolha deliberada para remover qualquer obstáculo à sua verdadeira razão de ser: o espetáculo do corpo humano em combate
Florentine e Adkins alcançam uma forma de autoria dentro de seu nicho, onde a história é contada não através de palavras, mas através da coreografia, do impacto e do movimento
A Natureza da Vingança Disciplina Vs. Fúria Dor como Combustível
A anulação de Casey em favor do "Ninja" vingador
O roteiro é um clichê ambulante, previsível do primeiro ao último ato
"Isso não vai trazê-la de volta." "Não. Mas vai me fazer sentir melhor." – A rejeição da sabedoria convencional em favor do alívio catártico
Ninjutsu como disciplina (a sombra, a paciência, o controle) Vs. Fúria como motor (a força bruta, a imprudência, a raiva)
A Direção de Ação de Isaac é muito boa. Sua filosofia de filmagem (câmera estável, planos amplos, edição mínima) é uma aula sobre como capturar o movimento. Ele confia em seus coreógrafos e performers, e o resultado é uma clareza de ação que é rara e visceral
Simples, direto e satisfatório. A mulher dele morre, ele fica triste, depois fica com raiva e mata todo mundo que teve a ver com isso. Fim. Sem terapia, sem jornada de autodescoberta
Excelente continuação, achei bem melhor que o primeiro filme! As cenas de lutas estão fantásticas com performances incríveis, destaque para a sequência final quando o Casey chega no esconderijo do Goro e arrebenta geral, mermão, aquilo foi foda pra caraio.
Scott Adkins está impecável, todo o elenco secundário se sustenta muito bem e a história também deu uma boa melhorada, com direito a um baita plot twist no final, me surpreendi demais.
Mais convencido ainda de que Scott Adkins seria um Batman perfeito. Um cara é a própria vingança em pessoa, haha. Lutas muito boas d cenários excelentes
Representa o auge do cinema de artes marciais
Sua narrativa simplista não é uma falha, mas uma escolha deliberada para remover qualquer obstáculo à sua verdadeira razão de ser: o espetáculo do corpo humano em combate
Florentine e Adkins alcançam uma forma de autoria dentro de seu nicho, onde a história é contada não através de palavras, mas através da coreografia, do impacto e do movimento
A Natureza da Vingança
Disciplina Vs. Fúria
Dor como Combustível
A anulação de Casey em favor do "Ninja" vingador
O roteiro é um clichê ambulante, previsível do primeiro ao último ato
"Isso não vai trazê-la de volta." "Não. Mas vai me fazer sentir melhor." – A rejeição da sabedoria convencional em favor do alívio catártico
Ninjutsu como disciplina (a sombra, a paciência, o controle) Vs. Fúria como motor (a força bruta, a imprudência, a raiva)
A Direção de Ação de Isaac é muito boa. Sua filosofia de filmagem (câmera estável, planos amplos, edição mínima) é uma aula sobre como capturar o movimento. Ele confia em seus coreógrafos e performers, e o resultado é uma clareza de ação que é rara e visceral
Mika Hijii lindíssima
Simples, direto e satisfatório. A mulher dele morre, ele fica triste, depois fica com raiva e mata todo mundo que teve a ver com isso. Fim. Sem terapia, sem jornada de autodescoberta
Excelente continuação, achei bem melhor que o primeiro filme! As cenas de lutas estão fantásticas com performances incríveis, destaque para a sequência final quando o Casey chega no esconderijo do Goro e arrebenta geral, mermão, aquilo foi foda pra caraio.
Scott Adkins está impecável, todo o elenco secundário se sustenta muito bem e a história também deu uma boa melhorada, com direito a um baita plot twist no final, me surpreendi demais.
Me encantei com as lutas no vagão do metrô pois foram muito bem executadas!
Artes Marciais raiz, sem o exagero de CGI do "primeiro" This is the way!
Mais convencido ainda de que Scott Adkins seria um Batman perfeito. Um cara é a própria vingança em pessoa, haha. Lutas muito boas d cenários excelentes