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Sinopse
Este drama de Martin Ritt conta a história de quatro casais que dividem uma residência no sul da Califórnia. As dificuldades conjugais, diferenças e dia-a-dia de cada um deles acabam se entrelaçando e formando uma teia bastante complexa.
O filme tem um bom elenco com ótima dinâmica, a direção e edição não deixa o filme ficar enfadonho com o "troca-troca" de casais na tela, mas o roteiro é fraco, não se aprofunda em nada, com soluções bem covardes ou até sem soluções para os assuntos que tenta tratar. E a "punição" que uma das personagens masculinas recebe no final é simplesmente tosca.
Drama em preto e branco da Jerry Wald Productions e 20th Century Fox indicado a 2 prêmios no BAFTA: melhor filme de qualquer origem e melhor atriz estrangeira, Joanne Woodward. Inspiração para a novela de longa data do horário nobre Knots landing (1979-1993), que teve 14 temporadas e 344 episódios. Este foi o 2° filme dirigido por Martin Ritt (1914-1990).
Dos filmes de Joanne Woodward, este é o seu favorito. Entre o elenco estão os ex-cônjuges Jeffrey Hunter (1926-1969) e Barbara Rush (atualmente com 96 anos), que interpretam personagens casados, mas não um com o outro. John McPartland (1911-1958), em cujo romance homônimo este filme se baseia, morreu aos 47 anos, menos de um ano após a estréia do filme.
As dificuldades conjugais de 4 casais que vivem em um conjunto habitacional no sul da Califórnia tornam-se interligadas. Entre os casais infelizes estão Jerry Flagg e sua sofredora esposa Isabelle Flagg, a paqueradora Leola Boone e seu marido sádico Troy Boone, o trabalhador Herman Kreitzer e sua compreensiva esposa Betty Kreitzer, e os recém-casados Jean Martin e David Martin.
O filme lida com alguns problemas reais, juntamente com algumas reviravoltas sensacionais envolvendo sexo e alcoolismo, além de infidelidade, intolerância e misoginia, que estão entre os tópicos abordados nesta trama envolvente. O final de um culto religioso dominical começa e termina o filme. A normalidade parece prevalecer para o que resta de 4 famílias que se tornaram vizinhas por acidente. A civilização americana pode ter encontrado as suas fronteiras, mas não encontrou a sua paz de espírito - ou assim me parece - neste filme sólido.
Uma tentativa de retratar os relacionamentos na classe média pós-guerra, onde quatro casais são vizinhos de cerca, vivem seus dramas e seus anseios. É incrível e chocante ver depois de 60 anos, como certas situações eram resolvidas, como o estupro de uma das mulheres dessa vizinhança por um vizinho bêbado e frustrado. O texto tenta discutir esse e outros temas, como o racismo, mas cai na vala comum no final, diluindo o que poderia ter sido.
Talvez por ter um elenco nada estrelar este filme acabou indo para a obscuridade, injustamente. Martin Ritt entrelaça os personagens cheios de sonhos e esperanças com maestria. excelente drama.
O filme tem um bom elenco com ótima dinâmica, a direção e edição não deixa o filme ficar enfadonho com o "troca-troca" de casais na tela, mas o roteiro é fraco, não se aprofunda em nada, com soluções bem covardes ou até sem soluções para os assuntos que tenta tratar.
E a "punição" que uma das personagens masculinas recebe no final é simplesmente tosca.
Drama em preto e branco da Jerry Wald Productions e 20th Century Fox indicado a 2 prêmios no BAFTA: melhor filme de qualquer origem e melhor atriz estrangeira, Joanne Woodward. Inspiração para a novela de longa data do horário nobre Knots landing (1979-1993), que teve 14 temporadas e 344 episódios. Este foi o 2° filme dirigido por Martin Ritt (1914-1990).
Dos filmes de Joanne Woodward, este é o seu favorito. Entre o elenco estão os ex-cônjuges Jeffrey Hunter (1926-1969) e Barbara Rush (atualmente com 96 anos), que interpretam personagens casados, mas não um com o outro. John McPartland (1911-1958), em cujo romance homônimo este filme se baseia, morreu aos 47 anos, menos de um ano após a estréia do filme.
As dificuldades conjugais de 4 casais que vivem em um conjunto habitacional no sul da Califórnia tornam-se interligadas. Entre os casais infelizes estão Jerry Flagg e sua sofredora esposa Isabelle Flagg, a paqueradora Leola Boone e seu marido sádico Troy Boone, o trabalhador Herman Kreitzer e sua compreensiva esposa Betty Kreitzer, e os recém-casados Jean Martin e David Martin.
O filme lida com alguns problemas reais, juntamente com algumas reviravoltas sensacionais envolvendo sexo e alcoolismo, além de infidelidade, intolerância e misoginia, que estão entre os tópicos abordados nesta trama envolvente. O final de um culto religioso dominical começa e termina o filme. A normalidade parece prevalecer para o que resta de 4 famílias que se tornaram vizinhas por acidente. A civilização americana pode ter encontrado as suas fronteiras, mas não encontrou a sua paz de espírito - ou assim me parece - neste filme sólido.
A última cena é cruel e chocante, quando Troy é acidentalmente vítima do automóvel que cai sobre si quando iria trocar o pneu.
Uma tentativa de retratar os relacionamentos na classe média pós-guerra, onde quatro casais são vizinhos de cerca, vivem seus dramas e seus anseios. É incrível e chocante ver depois de 60 anos, como certas situações eram resolvidas, como o estupro de uma das mulheres dessa vizinhança por um vizinho bêbado e frustrado. O texto tenta discutir esse e outros temas, como o racismo, mas cai na vala comum no final, diluindo o que poderia ter sido.
Talvez por ter um elenco nada estrelar este filme acabou indo para a obscuridade, injustamente.
Martin Ritt entrelaça os personagens cheios de sonhos e esperanças com maestria.
excelente drama.