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Data de lançamento
24 Ago. 2016Duração
Zahira, uma belga-paquistanesa de 18 anos, é muito próxima de todos em sua família, até o dia em que um casamento tradicional é imposto a ela. Dividida entre as demandas da família, seu estilo de vida ocidental e o desejo de liberdade, a jovem procura ajuda do seu irmão mais velho e confidente, Amir.
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Mais uma obra revoltante sobre o deletério efeito das tradições islâmicas em seu contato com o ocidente (ver também A Bela e os Cães e Holy Spider). Aqui a família paquistanesa é ocidentalizada o suficiente para utilizar-se de leis altamente liberais na Europa e condenadas pela sua religião, quando lhe convém. Mas não abrem mão de tradições pré-históricas quando se trata da liberdade feminina.
Lina El Arabi, ama-me!
Assisti na 2ª Mostra de Cinema Virtual de São Paulo que ocorreu on-line em dezembro de 2021. Uma hora e meia para aquele final de merda. "Ah, mas é baseado em fatos". Amigo, não vejo mais noticiário, que eu já estou até o talo do mar de intolerância e opressão que virou esse país, e violência contra mulher é uma delas. Aliás, uma delas NÃO!!! É aquela que mais assustadoramente cresce no país de forma alarmante! Daí, me fazer perder tempo com esse filméco? Coloca como termina no início, que aí eu decido não continuar assistindo e não fico essa sensação de tempo perdido. Já achando que ela ia dar um "toco y me voy" nessa cultura que parou no século XIII, escagalhou tudo em 2 minutos. E sobe os créditos. Nota 1 de 10.
Nó na garganta.
A narrativa segue a estrutura de uma drama já visto muitas vezes (tradição vs modernidade) inclusive em novelas. O diferencial é mesmo a jovem atriz Lina que com sua atuação naturalíssima e poderosa faz sua estoria ter um ar de ineditismo assustador. Bom filme.