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Data de lançamento
8 Set. 2018Duração
NoirBlue abre espaço para a ficção e uma navegação atlântica de alguns corpos periféricos. Este exercício interroga a presença e a ausência, discursos e tempos para produzir uma dança extemporânea sob duas diferentes cores: a pretitude da pele e o pigmento azul ultramarino.
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Filme-corpo-poema. Que preciosidade!
Fazia tempo que não assistia algo tão lindo assim, acho que desde Orí de Beatriz Nascimento que não via algo tão sutil e profundo sobre ancestralidade. Me lembrou de inicio a narrativa de Marguerite Duras em As mãos negativas acho que o sentimento foi o mesmo, mais profundo pela identificação com a pele e os poros de quem tem acustuma o olho com o visível ❤
De arrepiar a alma.
Sensível de um jeito...
belíssimo, belíssimo! sobre saudade ancestral, reencontros, sobre dizer com o corpo o que não se diz em palavra. sem dúvidas, um dos curtas brasileiros mais lindos que já assisti.