Genie, uma jovem norte-americana, viaja para Alexandria, no Egito, para acompanhar o trabalho do pai, um arqueólogo cristãos às voltas com escavações que podem levar ao segredo de uma seita milenar. Enquanto isso, a garota se envolve com Sabina, uma mulher misteriosa que a inicia num mundo de sexo e crueldade e nos escritos do Marquês De Sade, numa jornada de erotismo e terror onde pesadelo e realidade começam a se confundir.
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O dono da locadora nunca me deixava pegar esse filme quando criança, me dizendo que era "muito ruim".
Fui assistir agora, achando que era por ser um filme erótico...mas o danado tava certo, é ruim mesmo.
Psicodrama, fantasia, terror erótico, tortura ou uma história surreal onírica. Esse filme não pode ser encaixado em nenhum gênero pois ele é um pouco de cada. E temos o Robert Englund maquiado e expressando uma visual horripilante de um Marquês que mais parece uma velha de 100 anos .
Ainda assim, em algumas localidades esse filme foi lançado sob o titulo de "Tobe Hooper's Night Terrors" talvez para indicar alguma ligação com o diretor.
Embora, o filme não tenha alcançado um grande sucesso comercial inicialmente, ao longo do tempo ele desenvolveu uma base de fãs cult, admiradores que apreciam sua abordagem única e atmosfera perturbadora. Eu mesmo cheguei a alugá-lo com frequência sempre que eu notava aquela capa do VHS me chamando atenção de alguma maneira.
Acho que eu era o único que ficava atrás dessas podreiras kkk
É ruim mas é bom! Marcou minha infância!
Esse filme é muito confuso, Marquês de Sade não tem relação com a trama original, aparecendo em partes aleatórias e cenas totalmente sem sentido e nada é explicado. Eu só continuei assistindo o filme por conta do Robert Englund, do qual sou muito fã e aqui mostra o começo do ostracionismo na carreira de Tobe Hooper.
Co-produção dos EUA, Canadá e Egito que é, provavelmente, um dos filmes mais bizarros já realizados pelo diretor Tobe Hooper, com uma história confusa, onde pouco ou nada acontece e pessoas morrem sem explicação. É um dos filmes mais fracos do cineasta, ruim de doer, bem sem-vergonha e sem muito nexo. Uma ou outra cena violenta, elenco quase todo desconhecido (com exceção do canastrão Robert Englund) nudez chamativa e boa parte da estória mal explicada. É o tipo do filme que se vê uma única vez e se esquece por toda a vida.