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Cazaquistão, século 18. O povo está dividido em diversas tribos de nômades, que percorrem as imensas extensões de seu país. Mas a paz é frágil, e um inimigo comum começa extinguir essas tribos. Uma velha vidente, mostrando a necessidade de unir os clãs, anuncia o nascimento de uma criança, Mansur, descendente do poderoso Gengis Khan. Quando o inimigo toma conhecimento do poder desta criança, ele decide eliminá-la a todo custo. Somente a intervenção de Oraz, poderoso guerreiro poderá oferecer segurança à Mansur. Um filme belíssimo sobre o destino de um guerreiro, sinônimo de esperança para seu povo.
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Com produção executiva do veterano checo Miloš Forman, “Nômade” é um filme épico de nacionalidade cazaquistanesa. Sua narrativa histórica descreve a trajetória de Mansur (Kuno Becker), um guerreiro descendente do poderoso Gengis Khan que, no século XVIII, quando o país ainda se encontrava dividido em diversas tribos nômades, unificou os povos e liderou um exército na defesa do Cazaquistão e contra um inimigo comum.
Após a conquista de Gengis Khan, durante a Idade Média, a diferentes tribos que habitavam a região permaneceram nômades, lutando contra inimigos e, eventualmente, contra si mesmas. Mesmo quando os Jungars – liderados por Galdan (Doshkn Zholzhxynov) – invadiram o território, as diferentes tribos não conseguiram se unir para derrotar o inimigo comum. A esperança repousa numa profecia que prevê o empenho de um jovem chamado Mansur, descendente de Khan, que uniria as tribos cazaques em um só povo e expurgaria a ameaça Jungar. Galdan, porém, conhece a profecia e decide assassinar a criança ainda no berço. Afim de proteger o filho, o sultão Wali coloca Mansur sob os cuidados de Oraz, o sábio (Jason Scott Lee), para que seja treinado e para que assuma o papel do guerreiro da profecia.
A produção de “Nômade” custou aproximadamente U$ 40,000, transformando-a na maior e mais cara produção cinematográfica do país. Em termos técnicos, o filme aposta numa fotografia que contempla as belezas naturais do Cazaquistão, além de acertar numa direção de arte que reconstitui trajes e cenários históricos com grande atenção a detalhes. Além disso, o filme reproduz ótimas cenas de batalha. Por outro lado, porém, a dimensão dramática da narrativa não é tão bem desenvolvida, prevalecendo pontas soltas e diálogos ruins. Outro ponto negativo é a escalação de atores estrangeiros para os papéis principais: Kuno Becker, por exemplo, é mexicano... Ainda assim, “Nômade” é um filme que merece ser visto, sobretudo por causa de sua importância histórica para o cinema oriental.
⭐ 3.2 / 5.0
COURAGE KNOW NO LIMITS, ou " a coragem não conhece limites", e nem vulgo o deve, em especial no tocante ao sempre estilo arduo, repleto de dificuldades, alem de claro, das preferencias, circunstancias, ou mesmo da impossibilidade de haver se escolhas, ja que em se tratando de povos antigos, em especial os assim intitulados nomades da asia oriental, onde em sua maior proporção, hoje compreende a região do casaquistão a contento, foco logico alem de informativo historico deste longa metragem ha exatos 16 anos, como dispor outra caracteristica comportamental que nao seja o da sobrevivencia a quaisquer custo, ja que entre pertencer ao grupo de opressores e oprimidos, primeiro logico, saber se impor a respeito da melhor alternativa SEMPRE e segundo, alem de DANEM SE opiniões divergentes, se hoje muitas reclamam da resolução de conflitos civis muitas vezes de proporções pequenas, quisá então o que fariam caso não houvesse outras maneiras que não seja em embates mortais, os quais muitos mortos e poucos vivos vulgo seriam o resultado final disto ? em outras palavras prezados, nada como conhecer os porques de nosso presente ou de outros tanto faz, atraves do regresso ao passado, pois quer terceiros concordem quer não bem ? não ha como pensar em futuro, sem antes saber onde passado e presente encontram se diretamente equacionados, e fim de papo, se e´que porventura me entendem. RAZOAVEL. " Nomisticamente" NOTA 8.0
e a antiguidade sem duvida denota se repleta seja da opressão social o qual separa povos apenas preocupados em viver suas tradiçoes bem como costumes,num embate direto a outros o qual a sanha expansionista bem como opressora tenderia a sempre monopolizar uma boa parte de suas atitudes,de forma que no tocante aos tempos antigos, com certeza os aqui não tão nomades casaques ha exatos 15 anos, vulgo somente foram um destes exemplos onde uma paz relativa entre iguais nao seria algo a ser conquistado sem que antes muito sangue se constitue se uma fidagal alem de cabal de tal incontestavel disparate socio antropolico propiamente dito, resumindo senhoras a senhoras,a verdade e´que se o mundo hoje ainda carece da resolução de algumas perfeições, quisá o que então dizer quando seculos muitos seculos ainda separariam o que somos, do que antes apenas a barbarie sob maior contexto vulgo assim o existia e nada mais não e´mesmo ? em outras palavras, que outrora podemos melhorar ? disto ninguem duvida, que contudo ja estivemos muito longe de sequer ousar avanços pequenos neste sentido que o seja, nisto todo o mapa mundi tambem concordará em unissono, quer ocidente e oriente continuem tão distintos quanto polo norte e deserto, QUER NÃO. razoavel. " CASAQUISTANISTICAMENTE" nota 8.0
tem no meu canal.
O Filme é Muito Bom, Quem Curti História de Gengis Khan, Ou Qualquer Assunto da Civilização do Mundo Oriental, Vai Gostar Desse Filme, Que Não Tem Exagero Nos Efeitos Especiais. É Um Filme de Guerra e Contém O Tom Dramático Com Uma Pitada de Romance, Apesar Que Seja Violento! Tenho Ele em Minha Coleção!