Uma pena não terem ido a um médico desde o início e uma pena também não curtirem o sexo de outras formas que não dependam de penetração (menciona que faziam isso na época da faculdade mas depois parece que param). Sexo vai muito além de ~ aquilo naquilo ~ e fica claro o quanto eles se amavam, nada impedia que explorassem mais coisas juntos - tanto na cama quanto na vida.
Fora isso achei um drama bem conduzido com atuações convincentes e uma linda fotografia, ousando retratar um tema difícil com verdade e sensibilidade.
Me deixa perplexa e cheia de questionamentos. No fim ensina que sexo não é amor..ok..mas CARALHO eu ainda tinhas esperanças .... tô chocada.mds E uma coisa complexa ... a cultura é muito masante ,as cobranças sociais,a vergonha PRINCIPALMENTE.mds como um casamento pode ir tanto tempo sem diálogo, tantos poréns....
Agora que cheguei no final da série, só posso dizer uma coisa: Só o Japão para fazer uma série se sair bem (ou quase isso) explorando um tema tão complexo como esse.
Como a maioria aqui, também me senti extremamente incomodada pelo fato da personagem principal não ir logo a um ginecologista, depois ir, mas mesmo assim não falar sobre o problema que ela e seu marido estavam passando, tipo: por quê, né?
Enfim, a cena mais linda foi a deles dois se reconciliando, mostrando não só a atração que sentiam um pelo outro, mas que isso se originava por conta do amor que sentiam entre si. Eu acho simplesmente lindo esse tipo de atuação. Além de ter sido bem explorado esse lance do "prazer feminino", acredito que seja um tabu no Japão, mas me senti muito incomodada com o fato da
mulher não demonstrar prazer nos momentos íntimos que ela teve na série, não demonstrar nada praticamente... Acho que é por que ela não estava lá, a sua mente não estava lá, só o seu corpo. Na verdade, ela não queria se sentir "defeituosa", como se sentia com o seu marido.
O que a série passou na verdade, foi que amor e sexo são coisas distintas, mas que o sexo pode ser consequência do amor, mas não ao contrário. Além de a comunicação ser um fator de extrema importância em um relacionamento, seja qual for o problema que os dois estão passando.
Dado que este é um drama japonês, muitas das dicas peculiares e sociais entre os personagens estão encharcadas na cultura asiática. Funciona bem, mas para aqueles que não estão acostumados a algumas das dicas sociais mais tradicionais inerentes à cultura asiática, não se encaixa pode parecer um pouco alienante. Ainda assim, a atuação é boa e Kumiko é certamente uma protagonista agradável, especialmente mais tarde quando ela crescer. Para resumir, a série Otto no Chinpo ga Hairanai interessara cinéfilos e exploradores que gostam de experimentar coisas novas, ela mergulha suavemente em outro mundo, o mundo dos mistérios românticos do estado insular.
Uma pena não terem ido a um médico desde o início e uma pena também não curtirem o sexo de outras formas que não dependam de penetração (menciona que faziam isso na época da faculdade mas depois parece que param). Sexo vai muito além de ~ aquilo naquilo ~ e fica claro o quanto eles se amavam, nada impedia que explorassem mais coisas juntos - tanto na cama quanto na vida.
Fora isso achei um drama bem conduzido com atuações convincentes e uma linda fotografia, ousando retratar um tema difícil com verdade e sensibilidade.
Me deixa perplexa e cheia de questionamentos. No fim ensina que sexo não é amor..ok..mas CARALHO eu ainda tinhas esperanças .... tô chocada.mds E uma coisa complexa ... a cultura é muito masante ,as cobranças sociais,a vergonha PRINCIPALMENTE.mds como um casamento pode ir tanto tempo sem diálogo, tantos poréns....
Agora que cheguei no final da série, só posso dizer uma coisa: Só o Japão para fazer uma série se sair bem (ou quase isso) explorando um tema tão complexo como esse.
Como a maioria aqui, também me senti extremamente incomodada pelo fato da personagem principal não ir logo a um ginecologista, depois ir, mas mesmo assim não falar sobre o problema que ela e seu marido estavam passando, tipo: por quê, né?
mulher não demonstrar prazer nos momentos íntimos que ela teve na série, não demonstrar nada praticamente... Acho que é por que ela não estava lá, a sua mente não estava lá, só o seu corpo. Na verdade, ela não queria se sentir "defeituosa", como se sentia com o seu marido.
O que a série passou na verdade, foi que amor e sexo são coisas distintas, mas que o sexo pode ser consequência do amor, mas não ao contrário. Além de a comunicação ser um fator de extrema importância em um relacionamento, seja qual for o problema que os dois estão passando.
Dado que este é um drama japonês, muitas das dicas peculiares e sociais entre os personagens estão encharcadas na cultura asiática. Funciona bem, mas para aqueles que não estão acostumados a algumas das dicas sociais mais tradicionais inerentes à cultura asiática, não se encaixa pode parecer um pouco alienante. Ainda assim, a atuação é boa e Kumiko é certamente uma protagonista agradável, especialmente mais tarde quando ela crescer. Para resumir, a série Otto no Chinpo ga Hairanai interessara cinéfilos e exploradores que gostam de experimentar coisas novas, ela mergulha suavemente em outro mundo, o mundo dos mistérios românticos do estado insular.
Uma consulta no médico e a série só teria 3 episódios, mesmo assim gostei de entender mais sobre a vida sexual no Japão