Tenho um problema muito pessoal quanto ao acompanhamento de alguém viciado em substâncias processadas para engendrar o vício e, depois de acompanhar esta situação por muito tempo sob um âmbito preconceituoso, entendi que o amparo às vítimas desse esquema vicioso é o principal aspecto a ser levado em consideração. Como tal, passei a detestar os filmes que abordam o vício em "drogas" (evito essa palavra, mas uso aqui porque o filme permite a sua extensão) através do viés julgamental e/ou moralista. Definitivamente, não é o caso aqui: sentimos o que o protagonista sente por dentro, em âmbito sensório. E não há um "desfecho", mas sim um convite à interpretação pragmática. Não apenas gostei muitíssimo como fui intimamente afetado, fazendo questão de recomendá-lo entusiasticamente a diversos amigos. Incrível! (WPC>)
Tenho um problema muito pessoal quanto ao acompanhamento de alguém viciado em substâncias processadas para engendrar o vício e, depois de acompanhar esta situação por muito tempo sob um âmbito preconceituoso, entendi que o amparo às vítimas desse esquema vicioso é o principal aspecto a ser levado em consideração. Como tal, passei a detestar os filmes que abordam o vício em "drogas" (evito essa palavra, mas uso aqui porque o filme permite a sua extensão) através do viés julgamental e/ou moralista. Definitivamente, não é o caso aqui: sentimos o que o protagonista sente por dentro, em âmbito sensório. E não há um "desfecho", mas sim um convite à interpretação pragmática. Não apenas gostei muitíssimo como fui intimamente afetado, fazendo questão de recomendá-lo entusiasticamente a diversos amigos. Incrível! (WPC>)
Vida > Drogas > Pequeno prazer > Vício > Cracolândia > Morte
Fala sobre vícios e nos seus prazeres momentâneos que nos levam a destruição.
Na verdade é um ciclo vicioso do nocivo/ prazeroso. A percepção do malefício de um viciante desejo e o seu prazer que nos leva a "morte".
Eu só conseguia pensar em drogas. Num sei to loca