Sharon Tate tinha tudo pela frente. Atriz em ascensão em Hollywood, comparada a Marilyn Monroe, indicada ao Globo de Ouro, casada com o renomado diretor Roman Polanski — ela era considerada uma das estreantes mais promissoras da indústria. E em agosto de 1969, aos 26 anos, estava a poucos dias de dar à luz seu primeiro filho.
Na madrugada do dia 9 de agosto, um grupo de jovens seguidores de Charles Manson invadiu a casa onde Sharon morava em Cielo Drive, em Los Angeles. Polanski estava em Londres trabalhando e havia pedido a amigos que ficassem com ela até seu retorno. Naquela noite, Sharon estava acompanhada de quatro amigos: Jay Sebring, seu ex-namorado e amigo íntimo, Abigail Folger, Wojciech Frykowski, e um jovem estudante de 18 anos chamado Steven Parent. Nenhum deles sobreviveu. Sharon foi assassin4da com 16 facadas, várias delas na barriga. O bebê não sobreviveu.
O mandante era Charles Manson, líder de um culto conhecido como a Família Manson — um grupo de seguidores completamente dominados por ele, que executaram os cr1mes a seu mando sem nenhuma hesitação. Na noite seguinte, o mesmo grupo matou mais duas pessoas em outro endereço da cidade. Los Angeles entrou em pânico. Pessoas ricas e famosas abandonaram a cidade, contrataram guarda-costas, instalaram sistemas de alarme. O terror era real porque os alvos pareciam completamente aleatórios.
Após semanas de investigação, todos os envolvidos foram presos, julgados e condenados à m0rte em 1971 — em um dos julgamentos mais acompanhados pela mídia na história criminal americana. Em 1972, quando a Califórnia considerou a pena de m0rte inconstitucional, as penas foram comutadas para prisão perpétua.
E a história não termina aí. A mãe de Sharon; Doris Tate; dedicou o resto da vida a impedir que qualquer um dos assassinos saísse da prisão. Ela foi às audiências de liberdade condicional, deu testemunhos, mobilizou centenas de milhares de pessoas. E graças ao seu trabalho, a Califórnia mudou a legislação para permitir que familiares de vítimas de cr1mes de m0rte tivessem voz nas audiências de condicional. Uma dor que se transformou em mudança real.
Sharon Tate tinha tudo pela frente. Atriz em ascensão em Hollywood, comparada a Marilyn Monroe, indicada ao Globo de Ouro, casada com o renomado diretor Roman Polanski — ela era considerada uma das estreantes mais promissoras da indústria. E em agosto de 1969, aos 26 anos, estava a poucos dias de dar à luz seu primeiro filho.
Na madrugada do dia 9 de agosto, um grupo de jovens seguidores de Charles Manson invadiu a casa onde Sharon morava em Cielo Drive, em Los Angeles. Polanski estava em Londres trabalhando e havia pedido a amigos que ficassem com ela até seu retorno. Naquela noite, Sharon estava acompanhada de quatro amigos: Jay Sebring, seu ex-namorado e amigo íntimo, Abigail Folger, Wojciech Frykowski, e um jovem estudante de 18 anos chamado Steven Parent. Nenhum deles sobreviveu. Sharon foi assassin4da com 16 facadas, várias delas na barriga. O bebê não sobreviveu.
O mandante era Charles Manson, líder de um culto conhecido como a Família Manson — um grupo de seguidores completamente dominados por ele, que executaram os cr1mes a seu mando sem nenhuma hesitação. Na noite seguinte, o mesmo grupo matou mais duas pessoas em outro endereço da cidade. Los Angeles entrou em pânico. Pessoas ricas e famosas abandonaram a cidade, contrataram guarda-costas, instalaram sistemas de alarme. O terror era real porque os alvos pareciam completamente aleatórios.
Após semanas de investigação, todos os envolvidos foram presos, julgados e condenados à m0rte em 1971 — em um dos julgamentos mais acompanhados pela mídia na história criminal americana. Em 1972, quando a Califórnia considerou a pena de m0rte inconstitucional, as penas foram comutadas para prisão perpétua.
E a história não termina aí. A mãe de Sharon; Doris Tate; dedicou o resto da vida a impedir que qualquer um dos assassinos saísse da prisão. Ela foi às audiências de liberdade condicional, deu testemunhos, mobilizou centenas de milhares de pessoas. E graças ao seu trabalho, a Califórnia mudou a legislação para permitir que familiares de vítimas de cr1mes de m0rte tivessem voz nas audiências de condicional. Uma dor que se transformou em mudança real.
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Onde tem pra assistir online ou download? Não consigo encontrar
Achei melhor do que o de 2004, o Steve Railsback atuou muito bem, inclusive cheguei a me sentir desconfortável com ele em alguns momentos.
ator mt idêntico, ótima atuação, filme bem ok, serve mais pra adquirir conhecimento histórico.