Um rapaz de origem humilde e recém-formado no colegial não encontra boas colocações profissionais e arruma um emprego numa termas pública de um subúrbio de Londres. No trabalho, ele se apaixona perdidamente por uma colega de trabalho, uma mulher mais velha do que ele.
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- não era amor, era obsessão
- que caralha de casa de banho é essa que ta praticamente prostituindo menores de idade?
- anos 70 realmente não era para amadores, acho que taxi driver bebeu um pouco aqui
- poster sensacional! e fica mais genial depois de assistir o filme
- personagem bem complexo e intrigante a susan
A escala de uma perigosa Obsessão do corpo feminino. Corpo esse enxergado como mero objeto frente aos mais diversos olhares masculinos. Sue é constantemente assediada pelos homens que cruzam seu caminho, para eles ela serve como um objeto de prazer e posse. Mike o menino inocente é inserido em sua história como uma espécie de admirador inofensivo, onde o amor parece florescer verde e despreocupado.
Porém Mike assim como os demais homens não toma um caminho diferente: ele a segue para todos os lados, a quer privar de sua liberdade sexual e afastar o desejo de outros homens.
As cores verdes se esvaziam e são os tons vermelhos que completam as paredes, num ato de transição de admiração inocente para uma Obsessão sem freios. O final, ou melhor o ato final, é o resultado de todo e qualquer comportamento obsessivo.
O primeiro amor
O primeiro encontro
O Primeiro feminicídio
Uma obsessão erótica muito bem construida, e que final estranho e interessante, quase risível de imediato...
"Ato Final", de 1970, conferi na íntegra (pela primeira vez) no Centro Cultural SP, na década de 90. Filme bastante complexo, para ser sentido, absorvido e que fatalmente provocará um choque. Me recordo que foi exatamente isso que eu senti, ao término da sessão. A direção é do polonês Jerzy Skolimowski, cineasta pouco conhecido do grande público cinéfilo. Pena que tá difícil encontrar on-line para assistir...