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Data de lançamento
12 Out. 2007Duração
Lars Lindstrom é um tímido e bom rapaz numa cidadezinha do interior americano. Certo dia ele leva para casa aquela que considera a mulher de seus sonhos. Lars, todo feliz, apresenta a jovem ao irmão e à cunhada. Só há um problema: a garota não é real, mas sim uma boneca. E uma boneca inflável, daquelas de sex shop, que Lars acabou encontrando pela internet. Ocorre que sexo não está nos planos do rapaz. Ele acredita mesmo que a boneca é real e com quem pode manter um relacionamento. A cunhada fica preocupada com ele, o irmão pensa que ele está doido, mas a população da cidade incentiva o jovem em sua doce ilusão de que está realmente apaixonado.
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É um filme sensível e surpreendente, que transforma uma história aparentemente inusitada em uma reflexão sobre solidão, vínculos, acolhimento e sofrimento psíquico. Me diverti muito vendo o filme e me trouxe várias reflexões! Adorei! Atuações impecáveis!
Belo filme! Solidão é bem complexo, você pode tá rodeado de pessoas e se sentir solitário, criar uma história para preencher esse vazio e também pode dá fim nela e encarar a vida. Foi que o personagem central fez.
esse filme é muito mais do que só a beleza da empatia da comunidade diante da loucura. somos afetados pelo transtorno de alguém com uma ferida emocional familiar profunda, que acaba projetando na Bianca as próprias dores….
o Lars se torna até mais comunicativo, demonstra mais segurança em viver. só que, em determinado ponto, em uma pequena frustração, ele expressa o quanto se sente sozinho, como se ninguém se importasse, quando vemos o tempo inteiro que isso não é verdade. uma cidade inteira se mobiliza em torno da realidade dele pra que ele se sinta bem e consiga passar por esse delírio.
ele é amado…mas, por causa de uma dor interna que ele mesmo ainda não reconhecia, também não conseguia sentir e enxergar todo esse amor ao redor dele.
Bianca entra como uma forma dele conseguir acessar e elaborar coisas que sozinho talvez não conseguisse….
a morte dela representa o renascimento dele, a aceitação de que ele existe, de que as pessoas o veem
me surpreendi com esse filme, eu sofro muito com solidão, mas espero não precisar de uma Bianca para mim
Aquele drama com risadas constrangedoras hehe.
Me chamou atenção as atuações, todas muito boas. E algumas excelentes, como a do Gosling, doutora e da Bianca 🤪.
Mesmo dentro da realidade absurda do filme, algumas cenas extrapolam. Ainda assim, nao estraga a experiência.
Poderia filosofar sobre questões além da saúde mental, quase metafóricas, como solidão, pertencimento, traumas passados, respeito, humanidade etc.
A cena em que a senhora expõe os podres de todo mundo, é boa demais. É tipo: quem não tem seus podres, atire a primeira pedra.