O Batedor de Carteiras

1958

O Batedor de Carteiras

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"Na estação Central do Brasil, no Rio de Janeiro, o malandro Benedito aproveita a multidão e vai furtando carteiras dos populares. Honorina, uma pernambucana que desembarca de um dos trens, com seu louro Lacerdinha a tiracolo, é abordada pelo malandro, que se oferece para encaminhá-la a uma pensão de respeito. Após deixá-la na pensão Pátria Amada, na Lapa, a caminho do local onde habitualmente se encontra com outros bandidos e larápios, Benedito encontra na rua um convite para uma recepção que o comendador Caldo Verde e sra. farão no seu palacete, em Ipanema, à noite, para o príncipe Alicate. Honorina, através de um anúncio no jornal, se emprega como copeira no palacete. Trambiqueiro, Benedito consegue entrar na festa, regada a números musicais, com o convite que surrupia do cronista social Charles de Droit, se fazendo passar por ele, e ainda leva o boxeador Roberto Williams, que corteja Adelaide, a filha do comendador. Na copa, Honorina reconhece Benedito através de uma notícia de jornal sobre famoso batedor de carteiras, e toma satisfações com ele, que a convence com suas histórias tristes. Há confusão no salão quando os convidados começam a dar pela falta de seus pertences. Na noite do dia seguinte, o comendador e família vão assistir à luta de boxe de Roberto, que perde para o chileno Manolo de la Cumparsita mas conquista a aprovação do seu namoro com Adelaide. Enquanto isso, os bandidos, após lerem nota social sobre a recepção, tramam um assalto à casa do comendador, com a desaprovação de Benedito, que quer se redimir por causa do seu amor a Honorina. Pela sua resistência, Benedito desmaia após levar uma surra dos mal-encarados, que logo cercam a mansão e rendem o comendador e a esposa. Benedito desperta e, acompanhado de Roberto e da polícia, chega a tempo de impedir o assalto. No tribunal, o juiz absolve Benedito, vulgo Bolero, o batedor de carteiras, por sua colaboração na captura dos bandidos, que segue feliz com sua Honorina."
Extraído do site da cinemateca brasileira.

Estreia Brasil:
1958
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