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Sinopse
No século XVII, quando a comunidade de Macon passa por uma praga de fome e esterilidade, nasce uma criança de uma mulher supostamente virgem. Assim, um clima de histeria toma lugar sobre a possibilidade de uma possível intervenção divina.
Gostei desse filme inclusive a fotografia, que tem aquele quê de loucura, me lembrou muito Casanova De Fellini, Amadeus e Calígula. Mas por não achar louco o suficiente, não favoritei. Mas vale a conferida.
Diferente de tudo o que já vi, assisti ao filme ontem e ainda não consegui parar de pensar nele. Tudo é muito lindo, a ambientação, os figurinos, sem falar da escolha narrativa que é simplesmente genial. A "dança" das câmeras é talvez a mais impressionante que já me deparei. É uma crítica feroz á simonia, ao uso de crianças para ganhar dinheiro (mais atual impossível) e tem uma metalinguagem belíssima a respeito de como um espectador recebe uma atuação. Tem uma das cenas mais perturbadoras, mesmo sem apelar para uma explicitude, mas que deixa qualquer um desesperado, parece não ter fim o sofrimento da personagem, e é justamente nessa passagem que a metalinguagem se faz presente da maneira mais sórdida possível. Lindo, inesquecível, repugnante.
Simples gratidão por Peter depois de assistir a este drama medieval surpreendentemente perturbador que explorou a humanidade, ganância, sacrifício, moralidade, sexo e violência. Destaque para o sempre sensacional Ralph Fiennes, a fotografia e a trilha sonora
Greenaway e seu cinema estiloso, classico e seleto mas não menos que genial. Um diretor que divide opiniões com obras que amo e odeio. Mas nunca me deixa indiferente como esta aqui.
Gostei desse filme inclusive a fotografia, que tem aquele quê de loucura, me lembrou muito Casanova De Fellini, Amadeus e Calígula.
Mas por não achar louco o suficiente, não favoritei. Mas vale a conferida.
Diferente de tudo o que já vi, assisti ao filme ontem e ainda não consegui parar de pensar nele. Tudo é muito lindo, a ambientação, os figurinos, sem falar da escolha narrativa que é simplesmente genial. A "dança" das câmeras é talvez a mais impressionante que já me deparei. É uma crítica feroz á simonia, ao uso de crianças para ganhar dinheiro (mais atual impossível) e tem uma metalinguagem belíssima a respeito de como um espectador recebe uma atuação. Tem uma das cenas mais perturbadoras, mesmo sem apelar para uma explicitude, mas que deixa qualquer um desesperado, parece não ter fim o sofrimento da personagem, e é justamente nessa passagem que a metalinguagem se faz presente da maneira mais sórdida possível. Lindo, inesquecível, repugnante.
Simples gratidão por Peter depois de assistir a este drama medieval surpreendentemente perturbador que explorou a humanidade, ganância, sacrifício, moralidade, sexo e violência. Destaque para o sempre sensacional Ralph Fiennes, a fotografia e a trilha sonora
Greenaway e seu cinema estiloso, classico e seleto mas não menos que genial. Um diretor que divide opiniões com obras que amo e odeio. Mas nunca me deixa indiferente como esta aqui.
Polêmico.