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Outros títulos
Children of Paradise - Estados Unidos da América
Sinopse
Ambientado no início do século 19, o filme mostra o mal fadado romance do mímico Baptiste com a bela atriz Garance, no Boulevard de Templiers, em Paris, por onde circulam ladrões, golpistas e assassinos.
Um pouco como ler os poemas de Prévert (que escreveu o roteiro), mas assim como os poemas, esse filme não consigo explicar ou parafrasear, só fechar os olhos e lembrar de como me senti. Os olhos tristes e expressivos de Baptiste é o que chega primeiro, e seus gestos em silêncio. De outro lado, a grandiloquência carismática e espirituosa de Frederick. O ladrão e assassino que também era um autor de peças de teatro. Avril, seu comparsa cheio de emoções. Jericó, o velho mendigo enigmático, com suas frases repetidas, sua presença intrusiva, que me lembra o destino. Garance, com o charme da risada e a tristeza da perda. Nathalie e seu destino de Pierrete ignorada, seus olhos cheios de força. A simplicidade difícil do amor. Um elogio dos sonhos – mas sem ignorar o potencial da realidade em apagá-los. Não à toa, o mímico dorme para que possa sonhar.
Acho que é um dos filmes mais bonitos que já vi, e não consigo falar dele, talvez por isso mesmo. Me dá vontade de ver, de criar, de sonhar, de me encher de poesia, de ser interessante, de achar os outros interessantes. Dá vontade de amar, vontade de entrega a um sentimento, a um sonho. Dá vontade de ser menos pragmática do que sou. Dá vontade de voltar para algum lugar de onde nunca saí, embelezada pela memória. Dá vontade de lembrar um grande amor perdido que não existiu, de inventá-lo para curar com sonho minha exatidão. Quero meu Arlequim, quero meu Pierrot, quero quem dê flores à minha estátua.
Waking Life e "Beau Tem Medo" ( pela parte teatral ) são muito melhores. Parece filme de esquerdista metido à cult, nada de relevante em cima do roteiro dado às certos personagens. E olha que gosto muito de filmes nesse nipe.
Até onde vai o meu conhecimento cinematográfico, acho que não há nada que desabone a qualidade técnica deste filme, que é muito bem feito. Só que eu não consegui me conectar com a história. Achei tudo desinteressante tanto os personagens quanto a história em si do filme. Acho que dava pra ter cortado pelo menos uns 30 minutos do filme que nao mudaria nada. Enfim, o filme não me deu vontade de revê-lo futuramente não.
Um pouco como ler os poemas de Prévert (que escreveu o roteiro), mas assim como os poemas, esse filme não consigo explicar ou parafrasear, só fechar os olhos e lembrar de como me senti. Os olhos tristes e expressivos de Baptiste é o que chega primeiro, e seus gestos em silêncio. De outro lado, a grandiloquência carismática e espirituosa de Frederick. O ladrão e assassino que também era um autor de peças de teatro. Avril, seu comparsa cheio de emoções. Jericó, o velho mendigo enigmático, com suas frases repetidas, sua presença intrusiva, que me lembra o destino. Garance, com o charme da risada e a tristeza da perda. Nathalie e seu destino de Pierrete ignorada, seus olhos cheios de força. A simplicidade difícil do amor. Um elogio dos sonhos – mas sem ignorar o potencial da realidade em apagá-los. Não à toa, o mímico dorme para que possa sonhar.
Acho que é um dos filmes mais bonitos que já vi, e não consigo falar dele, talvez por isso mesmo. Me dá vontade de ver, de criar, de sonhar, de me encher de poesia, de ser interessante, de achar os outros interessantes. Dá vontade de amar, vontade de entrega a um sentimento, a um sonho. Dá vontade de ser menos pragmática do que sou. Dá vontade de voltar para algum lugar de onde nunca saí, embelezada pela memória. Dá vontade de lembrar um grande amor perdido que não existiu, de inventá-lo para curar com sonho minha exatidão. Quero meu Arlequim, quero meu Pierrot, quero quem dê flores à minha estátua.
Waking Life e "Beau Tem Medo" ( pela parte teatral ) são muito melhores.
Parece filme de esquerdista metido à cult, nada de relevante em cima do roteiro dado às certos personagens.
E olha que gosto muito de filmes nesse nipe.
Les Enfants Du Paradis, Sim, sem anfibologias é uma película maravilhosa por completo.
Les enfants du paradis, uma super maravilha, a qual cativa e vem cativando desde a sua concepção!
Até onde vai o meu conhecimento cinematográfico, acho que não há nada que desabone a qualidade técnica deste filme, que é muito bem feito. Só que eu não consegui me conectar com a história. Achei tudo desinteressante tanto os personagens quanto a história em si do filme. Acho que dava pra ter cortado pelo menos uns 30 minutos do filme que nao mudaria nada. Enfim, o filme não me deu vontade de revê-lo futuramente não.