Quem pode querer um cadáver? Descubra...se tiver coragem. O lendário Bela Lugosi (Drácula) é um botânico que envia orquídeas para noivas no dia de seus casamentos. Ele as rapta com a intenção de extrair seus fluídos vitais para rejuvenescer sua esposa.
Um cientista louco, um anão, um filho idiota, caixões para "ele" e para "ela", são ingredientes macabros que compõem esta soberba história de amor repleta de mistério e estranheza, que vai congelar sua espinha.
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Um típico filme do Bela com situações bizarras, gente muito esquisita e um final maluco. Tem seus méritos apesar dos problemas na produção.[spoiler][/spoiler]
"Não ,ele não quer machucá-lo.
É só quiropraxia de alto impacto "
Kkkkk
The Corpse Vanishes (1942), ou O Cadáver Desaparecido no Brasil, é um daqueles filmes B que sabem exatamente o que querem entregar. É um filme competente, simples, rápido, direto ao ponto, sem nunca tentar parecer maior do que realmente é — e talvez por isso mesmo funcione tão bem dentro da sua proposta.
É um filme competente, simples, rápido, direto ao ponto. Tem a boa presença do mestre Bela Lugosi, mesmo já tiozão, entrega uma boa atuação e, mais que isso, a presença forte de sempre. Como a sinopse diz, tem o cientista louco, que é Lugosi, o filho louco, e o anão, Angelo Rossitto, esse último que é presença frequente em alguns filmes dessa época, poderiam ter tido mais espaço mas entendo que isso demandaria mais tempo de filme, portanto pelo que se propõe é ok.
A partir disso, o filme constrói seu ritmo com aquela cara clássica de produção barateira dos anos 40, mas com charme e energia suficientes para segurar o público. Lugosi domina a tela sempre que aparece, e mesmo quando o roteiro é simples, ele sabe exatamente como deixar cada gesto mais teatral, mais intenso, dando vida a um cientista maluco que funciona como eixo de toda a narrativa. O trio formado pelo filho perturbado e pelo anão vivido por Rossitto acrescenta um toque extra de bizarrice à história, reforçando a atmosfera estranha e quase grotesca que permeia a mansão onde tudo acontece.
Mesmo com essa boa construção do clima, o filme realmente perde força nos últimos minutos. O final chega apressado demais, como se tivessem decidido encerrar tudo subitamente.
A resolução do caso praticamente salta de uma cena para outra, sem respirar, e o tal casamento aparece tão rápido que quase passa despercebido.
Até porque o final foi bem corrido, poderia ter tirado algo do meio do filme para aumentar um pouco esse final com os desdobramentos do caso e o casamento da Pat com o Dr. Foster, que inclusive não tem 1 minuto de tela.
Ainda assim, dentro de suas limitações, o filme entrega um pacote coeso e divertido. É honesto na proposta, não promete mais do que pode cumprir e oferece aquele tipo de experiência típica do horror barato da época: curta, estranha, marcada por boas presenças e carregada de um charme involuntário que só essas
Assistido em 27/11/2025
Outro filme charmoso e divertido do Bela na Monogram. A historia como sempre é a mais maluca de todas, mas tudo aqui é tão legal. Eu gosto muito desse cinema indie de terror dos anos 30/40.
Achei o desenrolar muito corrido, apressado, assim como
[/spoiler] o casamento entre a repórter e o médico, que ficaram noivos sem dar nenhum beijo.
[spoiler]
Visto em 08/11/23