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Andy Purcell (Wallace Beery) é um ex-campeão de boxe alcoólatra e decadente que vive viajando com seu filho Dink (Jackie Cooper). Apesar dos problemas, pai e filho se adoram. Eles reencontram Linda (Irene Rich), ex-mulher de Andy e mãe de Dink, que abandonou o garoto quando bebê e agora o quer de volta. Andy se recusa a entregá-lo, mas, depois de perder dinheiro em corridas de cavalos e ser preso por uma briga de bar, ele conclui que o filho estará melhor com a mãe.
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Sou um dos devotos culpados da versão do Franco Zeffirelli, um filme que me faz chorar bastante. Porém, tenho um problema mui pessoal com o conceito de paternidade, o que me distancia deste tipo de enredo. Como acho o King Vidor excelente, resolvi conferir a sua entrega para a trama, então original, criando um subgênero, praticamente. E admito que há momentos impressionantes, a cargo do Jackie Cooper, ainda mais expressivo que no anterior SKIPPY. Porém, como vi O PECADO DE MADELON CLAUDET dia desses, a comparação não fez bem a esta obra: se o sacrifício materno, no outro filme, é acompanhado na necessidade de esquecimento, para não prejudicar o filho, não importa o quanto o pai beba, brigue ou aposte, ele merecerá ser lembrado, a equação é escancaradamente injusta. Até gosto da personificação digna do Wallace Beery, mas algo estava travado em minha relação com o filme - sobretudo, em viés moral. Faz parte do processo de apreciação, afinal. Acho válida a tentativa de inserção social de Jonah, o amigo "de cor" ("uma bela cor", aliás, diz a mãe) do garotinho co-protagonista, e concordo com que o chororô no desfecho comove, mas o ritmo acelerado da obra prejudica o seu tom melodramático: é tudo muito célere, não dá tempo de encaixar o envolvimento requerido pela trama. Não funcionou comigo, mas reconheço os méritos. Porém, prefiro a regravação estendida! (WPC>)
ATé hoje só tinha assistido o remake de 79 (que é ótimo), esse original é muito bom também. O melhor do filme fica pela relação de pai e filho e pra atuação do Jackie Cooper que é bem competente. É aquele tipo de filme que merecia ser ainda mais conhecido.
Daqueles melodramas que a gente gosta, apesar de que se eu fosse o roteirista, teria tirado os últimos dois minutos, kkkk. Tem várias falhas é verdade, mas dando os devidos descontos para época, é um bom filme. Nota 7,5.
Exemplo claro de como criar uma relação entre pai e filho com poucos elementos.O esporte como pano de fundo funciona ainda melhor.Atuações em níveis altíssimos.
>Assistido em 21 de Junho de 2023
"O Campeão", de 1931, foi um dos primeiros filmes do cinema ao retratar o mundo dos esportes, nesse caso o boxe. Este clássico, dirigido por King Vidor, do gênero drama, venceu o Oscar nas categorias de melhor ator (Wallace Beery) e melhor história original. O remake, de 1979, de Franco Zefirelli também é excelente.