Dirigido por
Duração
Louise (Sílvia Buarque) é uma violinista da Orquestra Sinfônica, em Brasília. Um dia ela convida o maestro sueco Helstrom (Mark Hopkins) para almoçar em sua casa, buscando fisgá-lo pelo estômago. No almoço, após algumas caipirinhas, o maestro se apaixona por Luzia (Dira Paes), empregada de Louise que preparou o almoço. A situação se complica ainda mais quando chegam ao almoço Bugre (Marcos Palmeira), ex-marido de Luzia que é também jogador de futebol, e Flávio (Murilo Grossi), ex-marido de Louise que depois de dirigir um banco privado assumiu um cargo no Banco Central.
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O filme reserva vários momentos icônicos,seja pela referência aos nomes das principais personagens,seja nas constantes quebras da quarta parede. Louise que teve seu nome inspirado no músico Louis Armstrong,nascida em Brasília é a mais louca personagem do filme e se juntando a sua diarista Luzia o filme cria um ar cômico não inesperado.
Dira Paes totalmente a vontade nesse filme,sua presença diverte e encanta. A facilidade em que a atriz tem de se relacionar com todo o elenco é incrível. O roteiro muito sarcástico diverte bastante também e a dinâmica entre o elenco nesse sentido é bem aproveitada.
Pra quem mora em Brasília o filme funciona ainda mais. A cena final em que envolve Marcos Palmeira jogando uma partida de futebol em um time amador contra o Gamão do Povão no nostálgico Bezerrão é pra morrer de nostalgia.
>Maratona Dira Paes - Assistido em 10 de Setembro de 2026
Comédia levinha e tranquila. Gostei.
Muito divertido, apesar de algumas limitações técnicas e umas boberinhas o lado bom se sobressai , com humor,acidez e muita situações loucas prende a nossa atenção e tem ali crítica social forte, ao meu ver pertinente , tb curti a quebra da quarta parede e na boa DIRA PAES MARAVILHOSA SEMPRE.
Comédia divertida graças ao texto ágil e elenco carismático. Betse de Paula é uma diretora subestimada e precisa se mais valorizada. Entrega ótimas comédias com poucos recursos financeiros.
pense num filme ruim. só assisti pela estética dos anos 2000. E pela Dira Paes, claro.