No castelo Vogeloed, alguns aristocratas esperam a baronesa Safferstätt, e descansam durante a estação de chuvas. Acontece que o Conde Oetsch resolve convidar a si mesmo e a situação se torna complicada. Todos acreditam que foi ele que assassinou a três anos atrás seu próprio cunhado, o primeiro marido da baronesa.
Assim, ele é indesejável e persona non grata. A viúva vai chegar a qualquer instante com seu atual marido. Mas Oetsch é resoluto e permanece, argumentando que não foi o assassino e que irá descobrir muito em breve quem foi o verdadeiro.
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Gostei desse!
- comparado aos outros do diretor que vi, esse é o mais comum. mas da pra entender os demais são posteriores
- o que mais pesa é a quantidade de texto, a falta de um visual deslumbrante e a trilha
- mas a história é bem boa
Visualmente brilhante, F.W. Murnau consegue imprimir toda a carga enigmática aqui. ‘O Castelo Vogelöd’, um longa recheado de simbolismos e de uma certa aura mórbida, transita pelo suspense de maneira decente (e um pouco óbvia também). Um grande trabalho de Murnau!
Nota: 8
O filme do Murnau com mais texto, enquanto em Tabu e The Last Laugh ele não usa nenhum diálogo escrito, em The Haunted Castle o filme é todo feito dessa forma, acabou ficando cansativo
Mas mesmo assim, a cena da mulher contando a história através de flashbacks é muito boa
A história se alonga mais do que o necessário em busca de suspense, mas não funciona. Fica previsível a partir da metade. Como já foi dito abaixo, esse filme não se enquadra como Expressionismo, pois não apresenta as principais características desse movimento: cenários tortuosos, contrastes de luz e sombra e atenção ao aspecto psicológico dos personagens. O que salva o filme é a extraordinária cenografia.