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Data de lançamento
28 Junho 2018Duração
A Colina Sagrada, que depois recebeu o nome de Morro do Castelo, foi o local escolhido pelos portugueses para a fundação da cidade do Rio de Janeiro. Sua estrutura representa uma importante referência histórica e arquitetônica do passado da cidade carioca e, segundo uma lenda urbana, as entranhas do morro guardam um tesouro nunca encontrado. Apesar de toda relevância, o Morro do Castelo foi destruído por reformas urbanísticas que visavam promover uma especulação imobiliária na região, acabando com um dos maiores pilares da história guanabara.
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Disponível no Sesc Digital até 16/02/2026.
Fascinante!!!! Não conseguia tirar os olhos da tela... Uma edição de registros de fotos, vídeos, jornais da época que fazem a gente imergir na história do arrasamento do Morro do Castelo... Revisitar essa memória é encarar a dura verdade de que o Brasil é o produto final entre tipos humilhados e tipos humilhadores, entre desprezados e desprezíveis...
Grande documentário da filha do Sganzerla... Bravo!!!
Pra quem não viu e quer ver, tem para alugar por R$ 4,90 no tamanduá tv.
Em nome do "progresso" um dos locais mais simbólicos do Rio de Janeiro se perdeu. O prejuízo histórico é imensurável, como também, para a vida das pessoas do morro e da cidade.
Estou assim, estarrecida. Esse filme respondeu minhas indagações de anos, na época que ia na Biblioteca Nacional garimpar história do Rio por esporte. Vi panfletos que não condizia com o real interesse da demolição desse marco histórico e da fundação do Rio de Janeiro, onde Estácio de Sá foi enterrado. E que hoje soube os motivos cronológicos para a sua remoção à custa de uma dívida estratosférica que prejudicou a cidade, moradores expulsos sem direito à indenização, prefeito sócio de empreiteira para "Parisear" o centro que naquela época era a efervescência. Não foi falado que a terra foi utilizada para a construção do Aterro, mas pela sequência de fotos pode perceber. Entendo que a narração era defendendo a história do morro que sempre foi objeto de ganância, e apenas Lima Barreto defendeu na época. Excelente arquivo utilizado, de valor inestimável, mais até do que foi saqueado dos jesuítas. Ps. A fake news dos jesuítas foi de matar.