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Data de lançamento
13 Dez. 1972Duração
Um transatlântico de luxo, o S.S. Poseidon, é atingido na véspera de Ano Novo por uma onda gigantesca, fazendo-o virar de cabeça para baixo.
Um grupo de sobreviventes que está em um salão de baile de um convés superior (mas que depois de virar, fica abaixo da linha d'água) tenta escapar da embarcação liderados pelo reverendo Frank Scott.
Para isso, devem chegar à casa de máquinas que se localiza no casco do navio (que agora está acima da linha d'água), e durante o percurso acabam enfrentando muitos perigos no navio instável que pode afundar a qualquer momento.
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Revendo depois de Muitos anos o filme continua ótimo. A história prende a atenção do início ao fim e nem notei o tempo passar. Destaque para os bons nomes do elenco, para os efeitos especias e para a ambientação do navio que é muito bem feita.
Mais uma relíquia assistida!
A parte da catástrofe é bem legal, e a tensão que se segue para a sobrevivência dos personagens também.<br/>A forma como câmera balança no caos inicial é um detalhe interessante.<br/>Entretanto, a maioria dos personagens são irritantes e isso dificulta criar empatia por eles.
Durante os anos 70, um subgênero ganhou atenção das produtoras, o chamado "cinema catástrofe", que teve como precursor "Aeroporto", logo no primeiro ano daquela década, e ganhou várias obras que embarcaram nessa versão de filmes de ação, drama e suspense com um elenco estelar, e podemos dizer que "O Destino do Poseidon" é um dos melhores exemplares dessa safra!
A obra conta a história de um transatlântico que acaba ficando de cabeça pra baixo após um enorme onda virá-lo em alto-mar, e seus passageiros precisam correr contra o tempo para conseguirem sobreviver, antes que a água invada os compartimentos.
Com um produção muito bem feitas dos ambientes, impressiona o trabalho em recriar os cenários invertidos e alagados, os efeitos especiais como explosões, inundações, labaredas, etc, são excelentes, e tudo isso com uma boa coordenação de dublês e figurantes que contribuem para a sua qualidade.
As atuações são um caso à parte! Casting bem escolhido, com atores que dão toda a dramaticidade necessária para que a trama seja muito bem apresentada, com destaque para Shelley Winters, que recebeu uma indicação ao Oscar de melhor Atriz Coadjuvante, numa performance que nos faz criar empatia por ela sem muito esforço.
Curioso que, no caso do Reverendo Scott, interpretado por Gene Hackman, apesar dele ser um personagem tido como herói, enquanto Mike é apresentado como um opositor (não como vilão), acabamos nos apegando mais a Mike por conta do seu apreço por Linda, e também porque o Reverendo muitas vezes se impõe de modo quase arrogante.
Ok! Entendemos que ele se esforça pra tentar salvar as pessoas, mas em certos momentos ele parece fazer isso de maneira impositiva, o que causa um pouco de antipatia pela sua imagem.
Ótimo filme!
Fiquei pra ver até a hora que acontece o desastre. Antes, vi um monte de bobagens em diálogos entediante, algo comum que acontece nesses filmes de catástrofes.
Vim só por curiosidade comparativa. A minha conclusão é de que, o remake de 2006 é 10 vezes melhor, em termos de produção e efeitos.
ABANDONEI aqui com 32 minutos...