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O documentário mostra a emoção dos torcedores do Clube Atlético Mineiro ao vencerem a Copa Libertadores da América. Através do olhar de cinco atleticanos, o filme mostra uma história de fé, paixão, amor, superação e futebol.
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Galoooooooo!!!!!!!!
Só quem é Atleticano sabe o que é torcer pra esse time e o que foi aquela LIbertadores... enfim, não preciso dizer mais nada. Quem é, sabe do que eu tô falando. Saudações atleticanas.
♥
Por incrível que pareça, não é clubismo o que vou dizer (até porque não tenho nada contra o Galo tirando o fato de nessa final eu ter torcido muito pro Olímpia), mas o documentário é muito fraco.
A primeira meia hora do filme é lenta. A parte final melhora e transmite certa emoção (principalmente a narração de Mário Henrique Caixa), mas achei o momento do segundo gol broxante. Quem acompanhou essa Libertadores e viu a campanha do Galo (Tijuana e Newell's principalmente) sabia que no fundo essa Libertadores ia pro Atlético. Após esses dois jogos não tinha como não ir. Porém o time precisava de um gol e já passava dos 40 do segundo tempo. Pode ser maçante o que eu escrevo aqui, mas numa situação como essa, para um fanático, não tem como não desabar em lágrimas quando sai o gol que se precisa (e sei disso pois já vivi um momento parecido). E acho que é aqui que o filme peca. Pelo menos pra mim não passou tanta emoção.
Juro que, por mais que o clubismo esteja sempre liberado, é um documentário bastante universal. Sou atleticano, e, basicamente por essa razão, óbvio que acompanhar "O Dia do Galo" já seria uma experiência emocionante para mim. Deus sabe o quanto sofremos naquela épica campanha em 2013 (desde a defesa - milagrosa - de Victor com o pé esquerdo aos 48 minutos do segundo tempo, passando pelo fatídico apagão e golaço do Guilherme também no finzinho até aquela última cobrança de pênalti na trave). Uau, só quem é atleticano para viver (e compreender) emoções desse porte. E é isso que o documentário, de alguma forma, desconstrói. Sim, o Galo foi o time escolhido e enaltecido, mas é algo que poderia acontecer com qualquer clube do mundo. A emoção em ganhar um torneio pela primeira vez, em gritar para os quatro cantos do mundo, enfim, é realmente de uma alegria sem precedentes. E Cris Azzi (diretor) é inteligente em não se sustentar apenas com a campanha do título. Em hipótese alguma, ele é sábio ao apresentar aquela data de 24/07/2013 sob o olhar daqueles que realmente movem o time, os torcedores. E isso é emocionante e belo demais. Baita experiência (e que o Galo - maior de Minas - me perdoe pela demasiada demora em vislumbrar essa lindeza).