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Calmo e impenetrável, Giulio Andreotti, líder do Partido da Democracia Cristã, representa o poder na Itália há quatro décadas. Com quase 70 anos de idade, Andreotti se encaminha ao sétimo mandato consecutivo como Primeiro Ministro. Sem temer nada nem ninguém, gerencia o país em completa simbiose com o poder imutável dos velhos governantes. Desta forma, batalhas eleitorais, atentados terroristas ou acusações comprometedoras vêm e vão sem atingí-lo. Até que o contra-poder mais forte da Itália, a Máfia, decide declarar guerra a ele. Prêmio do Júri no Festival de Cannes 2008.
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Interessante em alguns momentos, meio monótono em outros. Assisti pelo canal film & arts.
Não sei se passa pela minha recente falta de interesse por política ou pelo meu total desconhecimento da história italiana ou se o filme é apenas confuso mas meu sentimento geral foi de desinteresse. Sorrentino faz suas firulas narrativas aqui e ali e visualmente tem um certo poder mas possou longe de me causar impacto.
Está entre os 10 melhores favoritos,já revi inúmeras vezes.
Conheci a obra fílmica de Sorrentino por meio de "Il Divo", que reputo um filme acima da média. Direção segura, excepcional fotografia e uma interpretação estupenda de Toni Servillo. A linguagem peculiar de Sorrentino empresta um clima surreal ao filme, fato que coaduna com a política italiana nos tempos de Andreotti. Filmaço!
Sorrentino apresenta um filme com toda a sua linguagem cinematográfica . Com surrealismo divertido, e um sentido cénico muito peculiar conta-nos a história de um dos maiores personagens da política italiana: o enigmático Giulio Andreotti, magnificamente interpretado por Toni Servillo. Claro que é um filme mais facilmente compreensível por quem conheça a história italiana, mas não deixa de ser um filme apelativo e muito interessante para os menos conhecedores. Nota:4 (0-5).