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Data de lançamento
20 Nov. 2002Duração
Frida Kahlo (Salma Hayek) foi um dos principais nomes da história artística do México. Conceituada e aclamada como pintora, ela teve também um casamento aberto com Diego Rivera (Alfred Molina), seu companheiro também nas artes, e ainda um controverso caso com o político Leon Trostky (Geoffrey Rush) e com várias outras mulheres.
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"Doutor, se você me permitir tomar essa tequila, eu prometo não beber no meu funeral."
Uma biografia vestida de homenagem, retratada de forma lúdica com montagem tão viva e colorida que permite sonhar, me surpreendeu positivamente. Por anos evitei esse filme com medo de ser um horror e não é, mas se fosse em espanhol ganharia ainda mais mérito.
Tudo soa absolutamente artificial desde a primeira cena: artistas genuinamente mexicanos, toda a sua familia e todo o país falando em alto e claro inglês. Hayek se esforça para manter a aura de Kahlo, Molina desengonçado e caricato (como quase todo mundo, aliás o Trotsky do Geoffrey Rush parece o ator Carlos Vereza nos seus momentos mais canastrões), e demasiados enfeites desnecessários.
O documentário faz muito mais jus a fantástica artista.
Mais uma vez um homem estragando tudo, como sempre... Cara, eu nunca tinha reparado o quão parecida a Salma Hayek é com a Frida, fiquei abismado!
Frida. Direção Julie Taymor. Assistindo novamente, filme que gosto. Frida Kahlo uma das mais importantes pintoras do México no século XX. Uma mulher a frente do seu tempo, retratava em seus quadros sua dor, angústia, sofrimento, inspirou outras mulheres no movimento feminista. Filme lindo, com uma fotografia linda, muito colorido, cores alegres. Trilha sonora incrível, inclusive ganhou Oscar. É aquele filme que merece ser visto várias vezes.